Acordo Ortográfico // Controvérsias Um muito mau negócio «Rasurar a evolução de uma língua escrita por razões comerciais — quando na realidade sabemos que, pelo menos no caso do Brasil de Lula, isso foi feito, em grande medida, por analfabetismo próprio — é patético. Aceitar que os nossos governantes usem esse analfabetismo na lapela é aceitar que somos realmente tão pequenos como somos — e isto só pode ser um projeto de desespero nacional.» O Acordo Ortográfico crit... Ricardo Pais · 17 de dezembro de 2011 · 4K
Pelourinho Porquê blog para o blogue do IILP? Tem algum sentido que um espaço de «informações sobre promoção e difusão da língua portuguesa» – tutelado, ele próprio, pelo organismo com essas obrigações institucionais no âmbito da CPLP – prefira o nome em inglês blog, em vez de blogue1? 1 Forma há muito aportuguesada e, muito naturalmente, assim já registada pelos principais dicionários e vocabulários portugueses e brasileiros. José Mário Costa · 17 de dezembro de 2011 · 4K
Pelourinho Resíduos Revisores de texto residuais, editores residuais, chefes de redação e diretores residuais – as razões apontadas pelo jornalista Wilton Fonseca sobre «a maré de erros que ameaça afogar [um] jornal (…) que já teve um alto padrão de qualidade.» Wilton Fonseca · 16 de dezembro de 2011 · 3K
O nosso idioma // Estrangeirismos Retrossexual Depois do metrossexual, já dicionarizado, parece surgir agora o termo retrossexual, neologismo proveniente do inglês e aparentemente formado pela aglutinação das palavras retrograde (retr... Paulo J. S. Barata · 13 de dezembro de 2011 · 5K
Pelourinho Mais plural Crónica publicada no diário português “i” de 9/12/2011 ainda à volta de nomes do Governo português e de tropeções na concordância verbal numa notícias de jornal. Wilton Fonseca · 9 de dezembro de 2011 · 2K
Pelourinho // Apelidos plurais Um Governo cheio de plurais Um caso de falta de atenção às regras de formação do plural e à sua utilização — aqui apontado pelo jornalista Wilton Fonseca, na sua coluna Ponto do i, no diário i, de 2/12/2011. Que não haja dúvidas: o Governo [português] é pluralista e plural. Só nomes plurais foram nele admitidos: é o Passos, o Portas, o Relvas, a Cristas, o Santos (Pereira), o (Mota) Soares. Wilton Fonseca · 2 de dezembro de 2011 · 5K
Antologia Da minha língua vê-se o mar Excerto do texto «A Voz do Mar», lido por Vergílio Ferreira em 1991, na cerimónia em que lhe é atribuído o Prémio Europália (Bruxelas), um discurso manifestamente de afirmação da língua portuguesa como reflexo da cultura de um povo cuja identidade é indissociável do mar. Destaca-se daí uma frase lapidar – «Da minha língua vê-se o mar» (...) Vergílio Ferreira · 28 de novembro de 2011 · 19K
Controvérsias // Euronews Euronews: contra o apagão A decisão de a RTP deixar de garantir o financiamento da emissão em português no único canal de televisão europeu colocaria Portugal «não na segunda, mas na terceira divisão da competição linguística europeia, atrás, pelo menos, de 12 outras línguas» — escreve, e insurge-se, o presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, do parlamento português. Artigo publicado no jornal Público de 28/11/2011. José Ribeiro e Castro · 28 de novembro de 2011 · 5K
Pelourinho Estrangeirismos, neologismos, tecnicismos e vulgarismos na linguagem do jornal Palavras de uso menos corrente... «Não consigo compreender como é tão necessário recorrer a estrangeirismos (…) para expor ideias e opiniões. (…) Compro o jornal e não percebo o que lá vem escrito.» À queixa-crítica de um leitor do diário português “Público”, responde o respetivo provedor, na sua crónica de 27/11/2011, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia. José Queirós (1952-2019) · 27 de novembro de 2011 · 7K
O nosso idioma // literatura Gramática: o verbo Um poema retirado de A Matéria do Poema, do poeta português Nuno Júdice, num tom informal e leve, sobre a importância do verbo (principal e auxiliar) e da voz (ativa e passiva) no discurso e o valor expressivo dos modos e dos tempos das diferentes conjugações. Principal ou auxiliar, é o verbo que faz mover o discurso, dando à existência a sua qualidade activa, e transformando-a no ser idêntico que reúne em cada sujeito e estado, sem distinguir uma ideia de outra. Porém, a Nuno Júdice · 26 de novembro de 2011 · 6K