Controvérsias O respeito pela intencionalidade do comunicador e pelas subtilezas da língua Gostaria de compartilhar esta reflexão a propósito da resposta «De mim mesmo», onde se considerou a frase «Quero compartilhar fotos de mim mesmo cantando» como a que «melhor se adequa às regras formais da língua portuguesa». João de Brito (Professor) · 29 de agosto de 2012 · 2K
Controvérsias «… de mim mesmo» ou «… de eu mesmo»? «Quero compartilhar fotos de eu mesmo cantando» ou «Quero compartilhar fotos de mim mesmo cantando»? À pergunta «qual das opções está correta», respondeu Pedro Mateus: é a segunda que mais se adequa às regras formais da língua portuguesa. «Ambas as formas são possíveis, porque expressam intenções diferentes», discordou João de Brito — o que justificou a devida réplica, em «De mim mesmo» (2). Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 29 de agosto de 2012 · 89K
Pelourinho Meter água «… o resultado foi devastador: água por todos os lados, tiros certeiros na gramática e a língua a pique, tendo surgido, aos borbotões, “emersões” e “imersões”, “emergíveis”, “imersíveis” e “imergíveis”». Texto publicado no jornal “i” de 27/08/2012, na coluna do autor “O ponto no i”. Wilton Fonseca · 27 de agosto de 2012 · 4K
O nosso idioma À volta da palavra sucessão Suceder, sucessão e sucessores nos seus diversos sentidos e contextos históricos, a pretexto da alteração na liderança de um partido político português, o Bloco de Esquerda. Texto publicado na revista 2 do jornal “Público” de 26/08/2012, na coluna da autora, “Passagem de Direitos e Obrigações”. Rita Pimenta · 26 de agosto de 2012 · 3K
Pelourinho Uma moral fortemente abalada «Todos sabemos que não é só nos Jogos Olímpicos que Portugal fica aquém das metas e longe das medalhas. Mas se no desporto essas falhas têm sobretudo consequências para a moral nacional, na economia costumam ter preços bem mais altos.» Editorial do jornal Público de 24 de agosto de 2012, sob o título "Falta saber o preço de não atingir a meta". José Mário Costa · 26 de agosto de 2012 · 3K
O nosso idioma // Mau uso da língua no espaço público Sai paraolímpico, entra paralímpico Se os jogos, e os atletas, e as respetivas federações, se designaram sempre parolímpicos, porquê, então, a prevalência, nos últimos tempos, da forma "paralímpico" — contrariando, inclusive, todas as recomendações1 e registos dos dicionários e vocabulários de referência? «O Brasil resistiu por muitos anos, mas, sem o apoio de Portugal, ficou difícil conter a onda internacional», lamenta o escritor Sérgio Rodrigues, na sua coluna Sobre Palavras, da revista brasileira Veja de 14/08/2012. Sérgio Rodrigues · 23 de agosto de 2012 · 7K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Acordo Ortográfico: esquisso do acordista Artigo crítico ao Acordo Ortográfico e aos que o defendem. In jornal “Público” de 18/08/2012. Tenho pouco jeito para o desenho e não gosto de generalizações. Evito dedicar-me a ambas as actividades pela mesma razão: a forte possibilidade de falsear a realidade. No entanto, o tempo que tenho passado na polémica acerca do Acordo Ortográfico tem-me permitido reunir alguns traços que, com maior ou menor frequência, surgem no retrato daqueles que defendem o Acordo. António Fernando Nabais · 21 de agosto de 2012 · 4K
O nosso idioma A palavra sustentável «A adopção de algumas palavras como indiscutíveis nos discursos políticos nunca é inocente. São sempre signos de certas políticas e, neste caso, é a crise económica que [lhes]serve que serve de pretexto». Artigo publicado no jornal “Público” de 11 de agosto de 2012. António Pinho Vargas · 21 de agosto de 2012 · 3K
Antologia Pode-se escrever Pode-se escrever sem ortografiaPode-se escrever sem sintaxePode-se escrever sem portuguêsPode-se escrever numa língua sem se saber essa línguaPode-se escrever sem saber escreverPode-se pegar na caneta sem haver escritaPode-se pegar na escrita sem haver canetaPode-se pegar na caneta sem haver canetaPode-se escrever sem canetaPode-se sem caneta escrever canetaPode-se sem escrever escrever plumePode-se escrever sem escreverPode-se escrever sem sabermos nadaPode-se escrever nada sem sabermos Pedro Oom · 21 de agosto de 2012 · 6K
Pelourinho Um h pela medida grossa Medidas até podia havê-las, para o caso em apreço (o “vapor” «que vai faltando» à publicidade nos media portugueses, na televisão em particular). Não as havendo, o “h” naquele há medida que só mesmo pela medida grossa. José Mário Costa · 17 de agosto de 2012 · 4K