Pelourinho Doers a doer & etc. A língua portuguesa vale 17 por cento da economia. A headline vem no “Público” que, desenvolve o assunto, num article a páginas tantas, lá mais inside, no miolo do newspaper. A revelação (revelation?) já mereceu a lot of stories e essays na press. Este milagre deve ser o result de algum upgrading dos magnifícos and magnificents advisores que o Cabinet está sempre a contratar. Ainda agora foram mais seis... Luís Carlos Patraquim · 1 de outubro de 2012 · 4K
Pelourinho Falar claro Equívocos à volta do uso dos termos racionalização e racionamento (na medicação de doenças particularmente graves) e de devolução e reposição (de subsídios cortados). Com uma recomendação para o recurso – «intensivo, quando não obrigatório» – ao Ciberdúvidas. In jornal i de 29/09/2012. (...) É consabido que o português é uma língua difícil e traiçoeira e, por isso, convém que quem a usa publicamente o faça com grande rigor. Duas situações recentes [em Portugal] são particularmente ilustrativas. Eduardo Oliveira e Silva · 30 de setembro de 2012 · 5K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público "Elevado o número do desemprego"? «Como flagelo que será motivo de muitíssimas notícias no futuro, o desemprego já deveria estar a ser tratado com respeito e consideração […] Para fazer referência à taxa, o jornalista pode dizer “a taxa do desemprego em Portugal é elevada, se comparada com a taxa europeia”; mas não pode deixar a taxa de lado e dizer “o elevado número do desemprego”, para significar o elevado número de desempregados.» alerta Wilton da Fonseca na sua crónica no jornal português <a href="http://www.ionline.p... Wilton Fonseca · 25 de setembro de 2012 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Modelar, modular «Um disse “modelar”, o outro disse “modular” […]. Apesar de pouco exigentes – na escolha dos seus governantes e dos jornais que compram – os leitores sabem que com “modelação” ou com “modulação” vão acabar por abrir o bolso ainda mais e continuar a ser servidos por quem não tem respeito pela língua portuguesa.» Os equívocos à roda do uso dos dois verbos são tema da crónica do jornalistas Wilton Fonseca, publicada no jornal i de 24 de setembro de 2012. Wilton Fonseca · 25 de setembro de 2012 · 9K
Pelourinho A resistência às manifes e o vezo às "manifs" A resistência às manifes e o vezo às “manifs” voltaram a emergir, um pouco por todo o lado, nos registos jornalísticos das grandes manifestações de 15 de setembro, contra a austeridade e as medidas recessivas em Portugal e por toda a Europa, em geral. E, claro, nos comentários e escritos deixados na blogosfera, por regra ainda mais descuidados. É repetido, mas não custa nada lembrar o que Carlos Rocha já clarificara no anterior apontamento "Manifs" e manifes: José Mário Costa · 16 de setembro de 2012 · 3K
Antologia Minha Pátria é minha língua, Mangueira meu grande amor «Caravelas ao mar partiram/ Por destino encontraram Brasil.../ Nos trazendo a maior riqueza/ A nossa língua portuguesa/ Se misturou com o tupi, tupinam brasileirou/ Mais tarde o canto do negro ecoou/ E assim a língua se modificou [...] Meu idioma tem o dom de transformar/ Faz do Palácio do Samba uma casa portuguesa». Uma bela homenagem brasileira à língua portuguesa como tema da letra de um samba-enredo (2007) da escola de samba da Mangueira. Quem sou eu Tenho a mais bela maneira de expressar 12 de setembro de 2012 · 6K
O nosso idioma // O uso e abuso da língua inglesa I love you, música portuguesa «Temo não saber inglês suficiente para compreender a música portuguesa. Não quero parecer velho, mas ainda sou do tempo em que a música portuguesa era cantada em português. [...] O meu único receio é que este desamor à língua portuguesa, e a ideia de que ela pode prejudicar o nosso ofício, tenham deflagrado no mundo da música e se propaguem a outras profissões.» Texto do humorista português Ricardo Araújo Pereira, incluído na sua coluna «Boca do Inferno» (publicada na revista Visão de 21 de outubro de 2010). Ricardo Araújo Pereira · 12 de setembro de 2012 · 7K
Pelourinho Evacuação «”Deflagrar”, “lavrar”, “consumir”, “prejuízos incalculáveis”, “cortina de fumo” estão no “top ten” dos jornalistas quando há incêndios», lembra o ex-diretor da agência Lusa, neste apontamento à volta do recorrente mau emprego do verbo evacuar nos media portugueseses. In jornal i de 10 de setembro de 2012. Wilton Fonseca · 10 de setembro de 2012 · 8K
Antologia A Língua Portuguesa Poema de Ary dos Santos, inserto no livro Canções da Revista «Uma no cravo outra na ditadura» J. C. Ary dos Santos · 4 de setembro de 2012 · 6K
Controvérsias «De mim mesmo» (2) Apesar do tom apocalítico, estilo Fukuyama, do professor João de Brito, profetizando a possibilidade do fim da literatura, julgo que, com todo o respeito e na minha ótica, pelo que consigo entender da sua pergunta, não terá razão [quando,divergindo da minha anterior resposta , sustenta serem possíveis ambas as frases em análise («Quero compartilhar fotos de eu mesmo cantando.» e «Quero compartilhar fotos de mim mesmo cantando.), por expressarem expressam intenções diferentes. Pedro Mateus · 29 de agosto de 2012 · 6K