Acordo Ortográfico // Critérios a rever – propostas e sugestões Acordos Ortográficos imperfeitos não são sagrados Artigo do autor, publicado na sua página pessoal e no Pórtico da Língua Portuguesa, da Academia da Ciências de Lisboa (ACL), constante da sua intervenção no colóquio Encontro de Profissionais da Escrita (sobre a adoção do Acordo Ortográfico em Portugal) – com a gravação vídeo aqui e aqui –, realizado em Lisboa, no dia 9 de março de 2017. D´Silvas Filho · 10 de março de 2017 · 3K
O nosso idioma // Fonética Os papa-sílabas Crónica do escritor português Miguel Esteves Cardoso sobre um processo fonético típico do português de Portugal, em especial, da modalidade lisboeta de pronunciação, cada vez mais difundida por todo o país. Trata-se da extrema redução das vogais em sílabas átonas, sobretudo do e átono, que, na prática desaparece (benefício soa "bnfício"), fenómeno que leva, segundo o autor, qualquer falante do chamado "lisboetês" a transformar-se num "papa-sílabas". Miguel Esteves Cardoso · 9 de março de 2017 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (pró) Antes do AO1990 já era assim e ninguém protestou? Texto versejado do autor à volta de palavras com cuja homofonia e homografia lidamos há muito, muito tempo – mais propriamente desde a reforma ortográfica de 1945, com a eliminação de uma série de acentos diferenciadores* –... sem os protestos, pós-AO, por causa da abolição do acento agudo, por exemplo, na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo parar. * Além dos casos referidos neste texto, a eliminação do acento gráfico nas palavras homógrafas graves consagradas pelo Acordo de 1945, em Portugal, e pela Lei n.º 5765, de 18 de dezembro de 1971, no Brasil, regulou desde então muitos outros. Por exemplo: acerto (ê) / (é), acordo (ô) / (ó), forma (ô) / (ó) (substantivos/ formas verbais); cor (ô) / (ó) (substantivo / elemento da locução "de cor"); bola (ô) e bola (ó), sede (ê) e sede (é); molho (ô) / molho (ó), ambos substantivos. Cf. "Supressão dos acentos nas palavras homógrafas: pelo, para, molho. sede, cor", de Lúcia Vaz Pedro ("Jornal de Notícias", 4/10/2015). Chrys Chrystello · 8 de março de 2017 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (pró) «Um retrocesso de mais de 100 anos» «Sem sentido» é como o gramático e académico brasileiro Evanildo Bechara qualifica a iniciativa unilateral da Academia das Ciências de Lisboa de uma revisão do Acordo Ortográfico, «um tratado internacional assinado pelos oito países de língua oficial portuguesa. Entrevistado pelo jornalista Miguel Roque Dias para o programa Língua de Todos do dia 24/02 p.p., aponta a dedo o presidente da ACL, Artur Anselmo, que considera «fora de rumo» nessa campanha. Evanildo Bechara (1928-2025) · 7 de março de 2017 · 4K
Pelourinho O (des)uso do conjuntivo «É engraçado que ele está desempregado mas não está Que foi feito do modo conjuntivo nesta oração subordinada completiva? (...) Sara Mourato · 6 de março de 2017 · 5K
O nosso idioma // Neologismos Venha o zangativo Crónica irónica do autor no jornal Público de 1/03/2017, apelando à consagração adjetivo "zangativo": «É pena não existir. (...) Já não há paciência para alternativas rebuscadas como insuportável ou encanitante. A pessoa que não se irrita nem se enfurece continua a ter o direito de se zangar, muito simplesmente. (...)» Miguel Esteves Cardoso · 1 de março de 2017 · 2K
O nosso idioma «Machista» e «heteropatriarcal», a língua portuguesa? «Se, numa sessão pública, por exemplo, me derem a ler um discurso encimado por um vocativo do tipo “Car@s Alun@s”, digam-me, mas digam-me com toda a sinceridade e com toda a honestidade e com toda a clareza: como é que se lê aquela arroba?» [Texto do linguista e professor universitário português João Veloso a propósito de género gramatical e regras de concordância, no contexto das discussão à volta do alegado machismo de certas fórmulas linguísticas, que se transcreve a seguir, com a devida vénia, da sua página pessoal.] João Veloso · 1 de março de 2017 · 10K
Pelourinho Ai a cedilha!... Uma revista destinada a um público infantojuvenil escrevendo, e logo em título escarrapachado, “conheçe” em vez de conhece!? (...) Sara Mourato · 24 de fevereiro de 2017 · 2K
O nosso idioma // Expressão Oral A arte de bem comunicar «As palavras são a matéria-prima da comunicação, por isso, escolher as palavras certas é o primeiro passo», escreve – e exemplifica – Sandra Duarte Tavares neste texto publicado na edição digital da revista Visão do dia 21 de fevereiro de 2017. Sandra Duarte Tavares · 21 de fevereiro de 2017 · 6K