Erros de escrita jornalística
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Erros de escrita jornalística
Na presente atualização, três novos artigos passam a estar disponíveis na rubrica Pelourinho, acerca de erros de escrita colhidos na imprensa portuguesa: – "Futuro... de preguiça", da autoria do jornalista Wilton Fonseca e originalmente publicado no jornal i, a propósito das restrições do discurso jornalístico ao emprego do futuro indicativo com valor de possibilidade e incerteza («a vítima terá três filhos»); – e dois textos de Paulo J. S. Barata – um sobre a forma incorreta de um numeral («dezenas de "milhar"») e...
Variação linguística sem complexos
Como noutros países, a ideia de boa pronúncia enraizou-se em Portugal, de tal modo, que muitos falantes sentem vergonha do seu falar regional e fazem enormes esforços para imitar o padrão, historicamente baseado nos falares das classes cultas de Lisboa e Coimbra. Mas serão condenáveis as variantes regionais de pronúncia ou de outras dimensões de funcionamento da língua? No Brasil, há quem proponha uma perspetiva descomplexada, segundo a qual a variação regional pode conviver com a norma. E, para o provar, uma série de...
Ucrânia, Alvoco e stalking
Na atualidade internacional, continua a suscitar preocupação o conflito na Ucrânia, como se pode confirmar lendo os muitos artigos e notícias que, em Portugal, a comunicação social tem publicado sobre o assunto. Entre eles, saliente-se uma crónica do escritor português Miguel Esteves Cardoso, cujo primeiro parágrafo se revela desconcertante do ponto de vista linguístico: «Ucrânia, tal como Portugal, não tem artigo definido. Assim como não se diz "o Portugal" ou "no Portugal" também não se diz "a Ucrânia" e "na Ucrânia"»...
Remédios para a língua
Uma atualização preocupada em encontrar maneiras de ultrapassar erros que se leem e ouvem na comunicação social portuguesa. No Pelourinho, o jornalista Wilton Fonseca dá a solução para acabar (espera-se que de vez) com a confusão entre «ir ao encontro» e «ir de encontro»; e Paulo J. S. Barata corrige uma corruptela de tema cervejeiro e um erro ortográfico de proporções bíblicas. Já em O Nosso Idioma, Edno Pimentel ajuda a distinguir parentes de parênteses – noutro bom remédio do...
Quem fala português nos Estados Unidos?
A língua portuguesa é a terceira mais falada nos estados norte-americanos de Rhode Island e Massachusetts, segundo uma reportagem da revista brasileira Língua Portuguesa. Portugueses e brasileiros constituem maioritariamente este universo linguístico, que abrange indivíduos em diferentes graus de aculturação. Sobre a experiência de três falantes de português nos Estados Unidos, veja-se o vídeo incluído no trabalho em referência:
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Ciberdúvidas da Língua Portuguesa já em plena atividade
Retomando a plena atividade, voltamos neste dia a esclarecer dúvidas sobre o uso e o funcionamento da língua portuguesa. Entre as questões chegadas ao consultório, relevamos: – gíria e tecnoleto: qual a diferença? – «vestir as joelheiras»: estará correto? – que preposição usar com os verbos pesquisar, consultar e assessorar? – como se faz o plural de adjetivos compostos referentes a cores (p. ex.,...
Palavras em festa e... (outras) com reprovação sumária
Realizado de dois em dois anos, o certame Palavras Andarilhas junta, na cidade de Beja, cerca de 60 contadores de histórias, mediadores de leitura e escritores, portugueses e de outras nacionalidades. Até domingo, 31/08, a capital do Baixo Alentejo promove a 13.ª edição desta «Festa da Palavra – lida, escutada, contada», assim apresentada pelos seus organizadores: «Um grande momento de aprendizagem coletiva, em torno da promoção da leitura, da narração oral e da literatura, para todos os que potenciam a relação...
Barbaridades e desastres (linguísticos) avulsos
São várias as barbaridades* assinaladas na presente Abertura do Ciberdúvidas, ainda com as suas atualizações diárias interrompidas até ao dia 1 de setembro.
• Descrição, em vez de discrição [Um erro à discrição], e desfolhando, em vez de folheando [“Confusion de confusiones” ... desfolhadíssima], no Pelourinho.
• “Precaridade”, em vez de precariedade...
Aprender (e ensinar) português... a distância
É a também chamada aprendizagem assistida por computador. Ou, em inglês, computer assisted language learning, ou technology-enhanced learning. Mais resumidamente, ensino ou formação online. «Ensino a distância» ou «formação a distância» – como está consagrado em português. E qual é o papel do professor em toda essa panóplia de aplicações informáticas, dados e materiais interativos disponíveis via Internet? A resposta-reflexão de Ana Sousa Martins é um dos três novos textos que ficam em linha desde esta...
