DÚVIDAS

Casos de próclise e ênclise
Choram como se o dia fosse noite E só tu cuidas delas Poisa a pomba na cruz E só tu deixas-te ir Neste fragmento de um poema, temos no último verso «e só tu deixas-te ir» em vez de (no meu entender e como deveria ser) «e só tu te deixas ir». Este é um exemplo de entre muitos os que se ouvem no dia-a-dia. Se a frase fosse «e tu deixas-te ir», estaria correcta. Esta forma, colocando o (verbo)-te... em vez do te (verbo)..., usada agora por estudantes, professores, jornalistas, políticos, etc., é muito comum nos nossos dias tanto na escrita como na oralidade e parece-me errada, mas não encontro bases para sustentar esta minha convicção. Podem, por favor, esclarecer-me e, no caso de eu ter razão, dar-me bases gramaticais para que eu a defenda?
Numerais cardinais, carateres e abreviaturas em Calibri
Quando se escrevem numerais ordinais ou abreviaturas, a forma correta obriga à introdução de dois carateres: o ponto (.) e um dos símbolos º ou ª (por exemplo, «art.º 1.º» ou «ref.ª»).   No entanto, a fonte Calibri (disponível em ferramentas Microsoft Office) disponibiliza um caráter que apresenta ambos os símbolos em simultâneo. É correta a "duplicação" que ocorre quando se introduz o ponto e o tal "caráter combinado"? A presente caixa de texto não me permite ilustrar esta situação (está formatada como texto simples), mas chamo a atenção para a vossa pergunta número 16 331, em que tal situação é evidente.
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