( com e sem a preposição de)
Desdenhar
( com e sem a preposição de)
( com e sem a preposição de)
Quando é que o verbo desdenhar tem «de»?
Os naturais de Trindade e Tobago
Como se chamam os naturais da "Trinitad"?
As funções dos pronomes ele e lhe
Ao analisar a frase «O cavaleiro entregou ao rei a longa espada que ele lhe pedira», quais as funções sintáticas de ele e lhe?
O uso da interjeição de vocativo ó
Tenho uma dúvida em relação à palavra que expressa caso vocativo ó. Qual é o seu uso correcto?
Pode-se usar além numa situação coloquial também numa situação formal?
Tem de se usar só quando se vai chamar alguma pessoa, ou também posso usá-lo para animais e coisas (por exemplo, em poesia)?
Em que países lusófonos se utiliza aquela palavra? Se eu dissesse ó num país onde não se costuma empregá-lo, a gente me entenderia?
Qual é a origem dessa palavra e como se usava? E existiu alguma modificação no seu significado até hoje?
Muito obrigado por tudo.
Charlatães
No programa da Sic que versava medicinas alternativas, ouvi a jornalista que conduzia o programa falar em charlatões. Agradecia um comentário.
Função sintáctica do pronome relativo cujo
Sou professora de Português, trabalho em 4 colégios com o Ensino Médio há 12 anos e hoje, trabalhando a função sintática do pronome relativo cujo (e variações) como adjunto adnominal, deparei-me com a seguinte frase: Esse foi o caso cuja resolução demorou. Ou seja, a resolução do caso demorou. A minha dúvida se deve ao fato de que o caso possui valor passivo (o caso foi resolvido). Sendo assim, cuja não seria adjunto adnominal, mas sim complemento nominal. Como nunca verifiquei situação semelhante (pronome relativo cujo como complemento nominal), resolvi recorrer a vocês a fim de constatar se meu raciocínio está correto ou não. Se eu estiver certa, poderia ser esse caso uma exceção? Estando errada, peço encarecidamente uma explicação, pois a mesma será de extrema importância para mim e para meus alunos.
Desde já agradeço a atenção.
Singular e plural na mesma frase
Numa frase onde tenho que indicar o singular e o plural simultaneamente, está certo usar da seguinte forma:
"Nome da(s) área(s), cargo(s) ou função (ões) que terá (ão) acesso ao registro da qualidade."
A dúvida é na expressão (ões). O que posso usar?? Está certo assim???
Sobre período, frase e oração
A noção e a relação de período, frase e oração, comummente aceites, são um equívoco.
O período é do nível textual. Quando descemos ao nível da sintaxe, o período sai de cena e entra a frase, entendida como oração. Esta é que é o objecto específico da análise sintáctica. O período limita-se a ser simples ou composto, conforme tem uma ou mais frases/orações. Quando dizemos que alguém escreve frases muito longas, deveríamos dizer períodos muito longos, porque estamos a fazer análise textual e não análise sintáctica.
Incoerentemente, quem identifica frase com período define-os de forma diferente, aproximando muito mais a frase da oração do que do período. A pobre da frase anda aos trambolhões entre o período e a oração, porque ninguém lhe delimita o âmbito como entidade significante. É tudo e não é nada!
Entendendo-se frase como período, no caso de ser composta por orações coordenadas, seria possível transformá-la em períodos, não acontecendo o mesmo no caso de ser composta por orações subordinadas. Então, como podem ser idênticas duas noções que nem sequer são reversíveis?
E não são reversíveis, porque o período pode ser composto, mas não complexo, enquanto a frase pode ser complexa, mas não composta. O período pode ser simples ou composto; a frase só pode ser simples ou complexa. Ao identificarmos frase com período, deixamos de ter a possibilidade de distinguir frase complexa de frase composta, que são coisas muito diferentes. Ou seja, confundimos orações complexas com um complexo de orações.
Todo este imbróglio resulta de um erro muito frequente nos gramáticos, que é a mistura dos planos, o erro de perspectiva. Neste caso, misturam o último degrau da estrutura textual (o período) com primeiro da estrutura sintáctica (a frase).
E as consequências são inevitáveis e imediatas: logo nos tipos e formas de frase se verifica que, obviamente, se trata da frase/oração e não da frase/período.
Concluindo: por ser lógico e funcional e por não vislumbrar motivo nem vantagem na alternativa, antes pelo contrário, usarei sempre frase como sinónimo de oração e assim definida: dizer algo acerca de algo, na sua expressão mais simples, e as suas circunstâncias. E já agora por que não substituir oração por predicação? Não seria mais actual, mais claro e mais adequado? Infelizmente, clareza e adequação são valores que o ensino tradicional da língua desvaloriza…
Caramelizar e caramelar
Como devo usar o verbo derivado de caramelo numa frase? «Vou camelar a forma», ou «caramelizar a forma»?
O processo de formação de embarcado
A palavra embarcado é formada por parassíntese, ou por prefixação e sufixação?
