A grafia de lápis
Gostava de saber se algum dia existiu (mesmo que há muito tempo atrás) a grafia "lápiz", e não a que usamos hoje, lápis.
Bem hajam.
Ele e ela como pronomes pessoais do caso oblíquo?
Recebi de outro professor de Língua Portuguesa a informação de que os pronomes "ele" e "ela" quando não exercem a função de sujeito são classificados como "pronomes pessoais do caso oblíquo", ambos. O que sei é que os pronomes “eu”, “tu”, “ele”, “nós”, “vós” e “eles” são classificados como pronomes pessoais do caso reto e que exercem a função de sujeito. Já os pronomes do caso oblíquo, como “me”, “mim”, “se”, “o”, etc, exercem a função de objeto. No presente caso, o que eu diria, à primeira vista, é que os pronomes “ele” e “ela”, quando em função de complementos, estariam FAZENDO FUNÇÃO DE OBJETO, mas não posso afirmar inequivocamente que isso os qualificaria como pronomes pessoais do caso oblíquo. Gostaria, portanto, de obter ajuda da competente equipe do Ciberdúvidas, que tem se mostrado, cada vez mais, o melhor “site” de consulta para dirimir dúvidas acerca da língua portuguesa.
Os morfemas lexicais e os morfemas gramaticais
Podem explicar-me por que os advérbios de modo são morfemas lexicais e os demais são morfemas gramaticais? Muito obrigado.
Corcel / cavalo
Sou estudante de Letras e gostaria de saber por que corcel é sinônimo de cavalo, tem algum “fator” linguístico?
A formação da palavra engarrafamento
Gostaria que me esclarecessem sobre a formação da palavra engarrafamento: é derivada por prefixação e sufixação, ou apenas sufixação?
Tórax e pneumotórax
Qual o plural da palavra tórax, ou pneumotórax? Pode dizer-se que o tórax é constituído por dois hemitóraces?
A regência do verbo apor
O verbo apor é regido pela preposição em, ou por a?
Ex.: «A marca deve ser aposta na embalagem», ou «A marca deve ser aposta à embalagem»?
Qual dos dois é correcto?
Prefixo retro (sem hífen)
Gostaria que me esclarecessem quanto ao uso ou não do hífen em palavras formadas com o prefixo retro, como por exemplo retro(-)iluminado.
Grafia de palavras da área médico-dentária
Existem na área médico-dentária (as minhas dúvidas começam aqui mesmo...) inúmeras palavras cujo uso se foi generalizando mas cuja grafia suscita dúvidas à grande maioria dos profissionais com quem tenho falado. Assim, para cada um dos exemplos abaixo indicados*, gostaria de saber qual a opção mais correcta: unir as duas palavras que estão na sua origem (ex.: "medicodentária"), uni-las utilizando um hífen (ex.: "médico-dentária") ou mantê-las separadas (ex.: "médico dentária").
* "médico-dentária", (diagnóstico) "pré-ortodôntico", (considerações) "muco-gengivais", "pró/retro-inclinação" (incisiva), "sobre-erupção" (dentária), (reabsorção) "intra-óssea", (ortopedia) "dento-facial", (formação de) "pseudo-bolsas", (placa bacteriana) "sub/supra-gengival", (relação) "inter-arcadas", (radiografia) "peri-apical", ("brackets") "auto-ligáveis", (goteira) "termo-formada", (segmento) "incisivo-canino".
Desde já, muito obrigada!
A pronúncia do verbo contactar
O verbo contactar, no sentido de «manter contato», possui a variante contatar. Pergunto se o "c" mudo é ou não pronunciado quando o verbo, em suas várias formas, for assim grafado.
Obrigada.
