Melómano, musicófilo e «amante de música clássica»
Sou um amante de música clássica e gostaria que me esclarecessem qual o seu respetivo adjetivo. Poderei dizer: «Sou musicófilo classicense» ou sou «melómano classicista»? Estará correto? Se não está, qual seria a alternativa correta?
Muito obrigado pela vossa resposta.
A colocação do pronome se em orações subordinadas
Há pessoas que utilizam erradamente a expressão «que deslocaram-se», em vez de «que se deslocaram». Por que motivo não se deve usar a primeira expressão?
Sobre a expressão «és mesmo um galego»
Poderão, por favor, elucidar-me sobre a origem da expressão, usada antigamente, para com as pessoas que não eram confiáveis: «És mesmo um galego»?
O uso do c de cedilha
Qual é a regra do “c” cedilha não acompanhar as vogais E e I, o “ç” só combina com as vogais A, O, U. Por quê?
Muito obrigada!
Cantigas de amigo: leixa-prem
O que é o leixa-prem nas cantigas de amigo?
Algo / alguma coisa
Qual é a diferença entre algo e alguma coisa?
Ao contrário do castelhano, acho "alguma coisa" muito mais frequente que algo.
Obrigado.
O acento gráfico em «olhá-lo»
«Olhá-lo» é uma palavra aguda ou grave?
Obrigada.
A dupla negação no português (e nas demais línguas românicas)
Tenho uma expressão curiosa que me tem afligido durante uns tempos e que é repetida vezes sem conta por todo o lado. Por exemplo, tenham em atenção as seguintes expressões:«Não vem nenhum...»«Não há nada...»«Não fiz nada...»Ora, estas expressões, tão vulgarizadas, querem dizer exactamente o oposto para o qual são usadas! Ou seja, são negações de negações:«Não vem nenhum» quer dizer que vêm todos!«Não há nada», que existe tudo!«Não fiz nada», que fiz tudo!
As expressões correctas deveriam ser, por exemplo, «Não vem algum» ou «Não fiz algum» ou «Não fiz tudo».
O que têm para me dizer acerca disto?
Muito obrigado pela vossa atenção.
Haver
Como se deve conjugar o verbo haver? Sei que há situações em que se privilegia o uso do verbo no singular, não concordando em número com o complemento directo. Penso que é o caso da frase «há coisas». No entanto, há situações em que o verbo é conjugado no plural, como, por exemplo, «eles hão-de ir à rua». Gostaria de saber qual a regra subjacente, no caso de as minhas suposições estarem correctas.
A sintaxe do verbo trocar
«Na programação proponho trocar o Pedro Abrunhosa com o João Pedro Pais.» Por favor, descrevam a agramaticalidade observada na frase.
