Ficha de leitura
Eu gostaria que me dissessem o que significa ficha de leitura!
Baqueta para tocar bateria
Gostaria de saber como se chama e se escreve em Português os "paus" com os quais se toca bateria. Baquetes, baguetes, baguetas?
Negrito e itálico
Preciso saber quando é que se utilizam os distintos tipos de letras (negro, itálico...). Desculpem pelas gralhas mas empezei há pouco a aprender português. Muito obrigada.
Ainda sobre os epicenos
Gostaria de confirmar se hipopótamo, arara, girafa, zebra, pinguim, pintinho, peixe, tartaruga e tucano são todos substantivos epicenos.
E é.../ E não é...?
Ela prometeu fazer um escândalo.
a) E é que fez mesmo!
b) E não é que fez mesmo?!
Qual das duas é correcta?
Os sentidos do verbo haver
Recentemente, uma pessoa escreveu, num blogue, as seguintes frases:
«Parece-me que vai sendo tempo de os últimos defensores da forma brasileira "por que" em Portugal acatarem a lei, ou então emigrarem para o Brasil. Que pena não haverem multas para estas infracções!»
Várias outras pessoas, nas quais me incluo, apontaram o «haverem» da última frase como um erro; sendo que o verbo haver tem ali o significado de «existir», deveria ser conjugado no singular e não no plural: «Que pena não haver multas para estas infracções!» seria, portanto, a frase correcta.
A pessoa em causa veio depois contrapor com os seguintes argumentos, que passo a citar: «Se forem ao Dicionário Houaiss (versão electrónica), verão que a primeira acepção de haver é "t. d. ant. ter ou obter comunicação de; receber", e é dado o exemplo: "Logo os Noronhas houveram notícia da sua prisão."
«Mais adiante, encontra-se a acepção "t. d. bit. frm. ser aquele sobre quem incide ou a quem se dirige a ação; receber" e são dados os exemplos: "Os sitiantes houveram dos mouros as suas cicatrizes"; "Não haverão favores de ninguém."
«Aquele "haverem" está por "receberem", e refere-se aos «últimos defensores da forma brasileira "por que" em Portugal» que estavam na frase anterior e que desempenham na última frase a função sintáctica de sujeito.» (Fim de citação.)
Por último, de forma a explicar o uso de para na última frase, a justificação apresentada foi (passo a citar): «Vão de novo ao Dicionário Houaiss e atentem na acepção de para como "adequada(s) a".» (Fim de citação.)
Estas explicações não foram aceites pela maioria das pessoas que frequentam o blogue, que simplesmente as ignoraram ou não acreditaram na sua honestidade.
Embora os argumentos anteriores pareçam rebuscados e algo ardilosos, limitei-me a analisá-los objectivamente e pareceram-me totalmente correctos. Tendo em conta que as frases faziam parte, segundo a pessoa que as escreveu, de uma cilada preparada por ela para os demais intervenientes no blogue, poder-se-á entender o raciocínio rebuscado.
Ficaria muito agradecido se me dessem a vossa opinião imparcial sobre este assunto, que gerou alguma polémica.
Furto dif. de roubo
Qual a diferença entre «furto» e «roubo»?
Significado e explicação de conceitos relativos à tragédia grega
Na língua portuguesa qual o significado e explicação para os seguintes conceitos: ‘ananké’, ‘hybris’, ‘agón’, ‘anagnórisis’, ‘peripéteia’, ‘katastrophé’ e ‘cathársis’? Agradecia que me ajudassem. Obrigada.
Cite-se-o / intimem-se-os
De uso comum no Judiciário: cite-se-o, intimem-se-os. Certo ou errado? Na casuística: "O autor emendou a inicial. Cite-se-o". "Os réus, intimados não especificaram provas. Intimem-se-os novamente". Ora, qual a função sintática do "se"? E "o", "os" são o quê? Objeto direto? Se certo, certo. Mas, se errado, que alternativas se têm? Solicito e agradeço, antecipadamente, alguma orientação.
«Chegar a» vs. «chegar em»
Na coordenação de português discutimos sobre o uso das preposições em e a. Ficámos com uma dúvida pendente sobre porque se diz «chegar a casa» e não «chegar em casa» ou mesmo «chegar na casa».
