DÚVIDAS

O futuro do subjuntivo referido a situações improváveis
Estou a tentar encontrar uma explicação para a utilização do futuro subjuntivo em situações em que o evento não é provável. Da minha pesquisa, a maioria dos locais que procurei têm uma definição semelhante a esta: «O futuro subjuntivo é utilizado para casos: acções que são prováveis, mas que ainda não ocorreram.» Mas depois é aceitável numa frase como: «Se eu ganhar uma lotaria, vou construir uma mansão.» Ganhar a lotaria não é uma possibilidade provável mas ainda assim o futuro subjuntivo é aceitável aqui. Não será esta uma situação em que, gramaticalmente, só deveríamos ser autorizados a utilizar o "pretérito imperfeito do subjuntivo"? Então eu queria saber até que ponto o futuro subjuntivo está ligado a acontecimentos prováveis? Muito obrigado pela sua ajuda.
Topónimos geográficos
Em topónimos geográficos como Serra da Estrela, Rio Mondego, Baía de Sesimbra, Ribeira de Odivelas ou Monte das Oliveiras, Rebelo Gonçalves estatuiu que, se se trata de acidentes naturais, se deveria usar minúscula - serra, rio, baía, ribeira, monte, etc. Esta regra - que me parece sem cabimento hoje, quando o homem já interage a tão elevada escala com a natureza - ainda estará "em vigor", ou seja, ainda fará sentido?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa