Hino Nacional português
Qual o autor do hino nacional português?
A subclasse dos nomes mês, semana, dia e hora
Embora já tenha lido as respostas dadas às questões colocadas sobre as palavras mês, semana, dia, e hora serem ou não nomes coletivos, continuo a ter dúvidas.
Não entendo a razão para se olhar para a definição das mesmas como partes de um todo e não como conjuntos. Além disso, não me parece correto que um conjunto com um número definido de elementos idênticos, como "semana", não seja considerado um nome coletivo.
Agradeço a atenção dada a esta mensagem e todos os esclarecimentos prestados pelo Ciberdúvidas de que tenho beneficiado ao longo de anos.
Clero, nobreza e povo como nomes coletivos
Quando falamos nas ordens sociais – clero, nobreza e povo –, poderemos considerá-los nomes comuns (conceitos) ou nomes coletivos?
Se coletivos, povo é um conjunto de quê? A dúvida surgiu-me ao colocar a hipótese de ser tratar de pessoas, já que o clero e a nobreza também são constituídos por pessoas, embora com títulos específicos.
Concordância com «cada um»
Aproveito para desejar um excelente 2025 a todos os que integram esta fabulosa equipa do Ciberdúvidas.
A questão que me traz hoje aqui é alusiva às frases construídas com o quantificador universal cada.
Pelas minhas pesquisas, descobri que designa qualquer elemento de um grupo de forma individual. Também pude observar que, da mesma maneira, se anteceder um nome, também retrata individualmente qualquer elemento de um grupo. No entanto, se houver elementos coletivos numa frase para incluir, o meu raciocínio não está tão claro. Vejamos os seguintes exemplos:
(I) «Os fogos de artifício revelaram-se um espetáculo digno de cartão-postal. Cada um mais colorido que o outro, ofuscava momentaneamente as estrelas e contrastava com as luzes dos colossais edifícios da cidade.»
A minha dúvida surge nas conjugações verbais da segunda oração. Ainda que me pareçam corretas, deveria mantê-las na terceira pessoa do singular? Às vezes, quanto mais leio uma frase mais ambígua me soa. Podiam esclarecer-me esta dúvida, por favor?
Obrigada!
Aforrista
Gostaria de saber da existência da designação da «pessoa que recorre aos certificados de aforro».
Obrigado.
A leitura do acrónimo CMIA (Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental)
Gostaria que me esclarecessem como devo ler o acrónimo CMIA (Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental):
Há quem diga, tal como se lê, "quemia", e outros, porque a letra C na palavra Centro tem o valor "s", dizem "semia".
Qual deverá ser a leitura correcta do acrónimo CMIA?
«Pela certa» e «na certa»
«Ela estava à espreita, pela certa, pois abriu-nos a porta antes que batêssemos.»
«Vai chover, na certa.»
Gostaria de saber se existe alguma diferença semântica entre estas duas expressões e se podem ser usadas em qualquer registo da linguagem escrita ou apenas em contextos informais/coloquiais.
Obrigado.
O vocábulo umbilicista
Lembro-me de uma polémica entre José Régio (com quem convivi) e um crítico literário que o acusava de ser um “umbilicista”, de “olhar o próprio umbigo”.Simplesmente, não encontro a palavra “umbilicista” dicionarizada. Todavia, em alguns textos portugueses e espanhóis, o vocábulo em questão lá surge.Existe ou não este vocábulo em português? — evidentemente, como palavra derivada do étimo umbigo.Obrigado.
O plural de religião
Considerando que o termo religião (religio) traduz um conceito, parece-me gramaticalmente erróneo utiliza-lo no plural ("religiões").
Não será assim ?
“Cancioneiro Geral” de Garcia de Resende
Olá! Eu tenho umas dúvidas quanto ao “Cancioneiro Geral” de Garcia de Resende. Qual é a sua importância histórica e literária?
