Goulão
Goulão é um apelido português? Penso ser um nome francês (goulon).
Array em contra-ataque
Em relação às perguntas e respostas sobre este assunto, tenho o seguinte a dizer: costuma usar-se "array" tanto para referir matrizes uni- como n-dimensionais. No entanto, em português, usamos "vector" para arrays unidimensionais, e "matriz" em casos n-dimensionais. As respostas dadas, "arranjo" ou "ordenamento", parecem-me um pouco desadequadas, já que não têm o significado semântico apropriado, pelo menos no contexto da programação.
Atemporal
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não inclui a palavra "atemporal". Fico, pois, na dúvida se a sua utilização estará correcta.
Obrigada pelo esclarecimento.
Sintaxe e classe de palavras
Há uns dias estive a rever os valores dos pronomes e surgiu-me uma dúvida: os pronomes pessoais inerentes desempenham alguma função sintáctica na frase? E, já agora, uma questão sobre classes de palavras. Na frase «Estes alunos tiveram 20 valores no teste e os outros tiveram 18», qual a classe de os? Outros é pronome demonstrativo; e os? Os pronomes podem ser precedidos de artigos definidos? Em «Este é o meu», o é artigo definido. Certo?
A forma por extenso de 19,704%
Como eu poderia escrever 19,704% (dezenove vírgula setecentos e quatro por cento) por extenso?
Reificação
Gostaria de saber se «reificação» (de «reificar», tratar coisas abstractas como se físicas se tratassem) é um termo correcto e usado na língua portuguesa com o mesmo significado?
Regras Portuguesas de Catalogação
Antes da pergunta propriamente dita, devo informar de que me estou a referir, no título desta pergunta, à Biblioteca Nacional, em Lisboa, pertencente ao Ministério da Cultura, editora da obra de referência «Regras Portuguesas de Catalogação» (RPC).
Passemos á pergunta. Participei (e concluí, com aproveitamento), num curso de preparação de Técnicos-Adjuntos de Biblioteca e Documentação, ministrado pela BAD (Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas), de Lisboa, no ano de 1998. Entre muitas outras coisas, foi-nos ensinado a fazer a catalogação de monografias (livros), periódicos (jornais e revistas), material não-livro [todos os suportes de informação e audiovisuais, que não são feitos exclusivamente em papel (exemplos: CD's, cassetes áudio, cassetes vídeo, discos em vinílio de 33 RPM e 45 RPM, diapositivos, etc.)], e ainda a catalogação automatizada, em formato UNIMARC.
Ao aprender a fazer a catalogação de monografias, surgiu uma dúvida. As RPC's dizem expressamente que na catalogação de uma monografia deve ser citado o título da obra em questão, tal qual como vem impresso na obra que se tem em mãos, para catalogação. Surgiu uma dúvida quando estavamos a catalogar uma obra vinda do Brasil, escrita em português do Brasil. O título da obra era qualquer coisa que incluia a palavra «lingüistica» (assim mesmo, com o sinal de acentuação conhecido como «trema»). Como se sabe, pela Convenção Ortográfica Luso-Brasileira, de 8 de Dezembro de 1945 (Portugal - Decreto Governamental nº 35228), o português de Portugal deixou de usar o sinal «trema», enquanto no português do Brasil subsiste ainda uma lista de palavras que utilizam o sinal «trema». Deve-se catalogar o português do Brasil, tal como vem escrito, nas obras provenientes do Brasil, ou deve-se fazer a sua conversão para o português de Portugal, de modo a evitar situações que aqui em Portugal são consideradas erros linguísticos? A mesma situação aplica-se, embora de uma forma ligeiramente diferente, em relação à palavra «humidade». Em Portugal escreve-se «humidade», com «h», no Brasil escreve-se «umidade», sem «h». Gostaria de ter um comentário vosso.
Crase; locuções diversas
Gostaria de saber se o uso de crase nas palavras: compra à vista, compra à prazo, siga à direita e siga à esquerda está correto. E o por quê?
A origem do apelido Brazeta
Qual a origem do apelido Brazeta?
Catarina
Caterina em vez de Catarina?
