DÚVIDAS

Construção de frase: um que a mais
Na reformulação de uma frase aproveitando outra já construída chegou-se ao seguinte: «A florista de Rosa Maria que propagandeava o seu serviço exibindo um postal de Rosa Mota, a quem jurava ter vendido flores.» As pessoas, a quem tenho colocado a questão, dizem-me que está correcta. A mim parece-me que deveria ser: «A florista de Rosa Maria propagandeava o seu serviço exibindo um postal de Rosa Mota, a quem jurava ter vendido flores.» Mantendo-se o que, a frase estaria incompleta. Será assim?
Que subentendido
Na prática forense, são frequentes (diria mesmo que se tornaram regra, ao ponto de à generalidade dos práticos repugnar a construção que... prefiro) expressões como "requer a V.ª Ex.ª se digne conceder prazo para ..."; ou como esta, de sentido muito próximo do daquela"... promove seja notificado o autor para...". Ao que me parece, não se está no campo das situações excepcionais em que a oração subordinada integrante dispensa a conjunção integrante. Será que as duas construções são aceitáveis? Grato.
“Cool”: óptimo, fantástico, fixe, bestial
Será que "cool" também já entrou na lista dos ex-estrangeirismos portugueses? Ou deve-se traduzir por outro termo nosso (qual deles?): bestial, óptimo, fantástico, calmo e activo ao mesmo tempo, eu sei lá... Tratando-se de uma linguagem para gente jovem, eu deixaria a expressão original (acho que dá mais o tom!), mas gostava muito de ouvir a vossa opinião, além de me aborrecer ter de usar sempre palavras estrangeiras. Podem ajudar-me? Obrigada!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa