O plural de alil, acetil e metil
Gostaria de saber por que a palavra alil não tem plural.Mas, se tiver, qual seria? Alis?O mesmo ocorre para acetil, metil, etc.Obrigado.
O significado de «quem é bacharel não tem medo de bamba» (Feitiço da Vila, de Noel Rosa)
Por favor, eu gostaria de saber o que significa «quem é bacharel não tem medo de bamba», da música Feitiço da Vila, de Noel Rosa.
Muito obrigada.
A pronúncia do r simples no português de Portugal
Gostaria de saber se para além das vibrantes simples – vibrante simples alveolar e vibrante simples retroflexa –, existem outros róticos em posição final de palavra no português de Portugal.
É que posso ouvir um r estranho nalguns portugueses que parece aspirado, por exemplo, nas palavras melhor, mulher, ou assibilado, por exemplo, na palavra sempre, quando o e átono final não é pronunciado.
Caso existam, também gostaria de saber, por favor, que símbolos do Alfabeto Fonético Internacional representam estes róticos.
Faço a pergunta, porque a ocorrência destes sons no português de Portugal não está descrita na bibliografia de consulta essencial para o estudo das diferentes variedades da língua portuguesa que existem em Portugal.
Fico à espera da sua resposta, que antecipadamente agradeço.
As gramáticas + a política da língua
Estudo Comunicação Social e na disciplina de Português tive a oportunidade primeira de repensar os conceitos vinculados à língua. Enxergá-la como identidade nacional parece-me evidente, contudo, o estudo sociolingüístico abriu meus olhos quanto aos preconceitos ligados a ela. Depois de ter lido Marcos Bagno e Mario A. Perini, devo preparar um seminário relacionando as gramáticas normativas e descritivas. Mas, após tomar ciência da heterogeneidade e dinamismo da língua, como posso pensá-la segundo normas? Li Osvaldo de Carvalho, quando esse rebateu a teoria de Bagno dizendo-lhe a importância de uma gramática normativa vinculada à norma "culta" para impor limites e, ao mesmo tempo, permitir a liberdade individual sem interferir na identidade coletiva. Fiquei estática. Realmente descrever uma gramática parece-me ilógico, uma vez que a gramática descritiva em circulação torna-se, automaticamente, normativa! Entretanto, as proposições de Perini quanto às irregularidades e incoerências da Língua Portuguesa de algum modo surtem maior confiança, uma argumentação mais palpável. Bagno é um ingênuo ao querer descrever toda a gramática brasileira e assumir uma identidade nacional que "já existe"? Ou será que Olavo está certo em manter uma ordem, um raciocínio em tópicos, segundo o português de Portugal? Imagino que este debate vai longe, mas preciso com certa urgência de uma orientação e como vocês parecem-me ideais para tal (especialmente porque são lusitanos e dão importância aos "erros") aguardo resposta ansiosamente! Abraços.
A tradução de "caller"
Qual a tradução correcta de caller (aquele que faz uma chamada telefónica) para o português? Existem várias operadoras de telemóveis que utilizam o termo chamador. Agradeço que esclareçam esta minha dúvida.
Obrigada.
O significado de permansividade
Perante esta palavra, que não encontrei dicionarizada nos dicionários que pesquisei, inquiri junto de [um] escritor, professor de Português, e ele disse-me que tinha o sentido daquilo que permanece no antes, no agora e para sempre. É assim?
O adjectivo relativo ao verbo electrocutar
Qual é o adjectivo derivado do verbo electrocutar, que caracteriza aquele/aquilo que mata por electrocussão?
Obrigada.
A pronúncia do nome Carina
Gostaria de saber como é a pronúncia correcta de "Carina". Sei que o acento tónico recai no "i", no entanto, não sei se a primeira vogal do nome é uma vogal aberta ou semiaberta?
O uso de aspas em predicativos de sujeito
Há uma dúvida que me surge de tempos a tempos, e decidi recorrer uma vez mais aos vossos préstimos para tentar dissipá-la.
Quando alguém refere o nome de algo, como, por exemplo: «Este processo chama-se fotossíntese», «O João chamou-lhe gordo», «Os geólogos chamam-lhe Último Grande Bombardeamento», é correcto colocar «fotossíntese», «gordo» e «Último Grande Bombardeamento» entre aspas? Já vi legendagens que usam esta forma de destacar a palavra ou expressão que se está a definir, mas nunca sei ao certo se o devo fazer. Será algo meramente visual no caso das legendas, ou existe alguma recomendação gramatical para o uso das aspas nestas situações?
Obrigado uma vez mais e os meus parabéns ao Ciberdúvidas por ter conseguido manter novamente a existência deste espaço de tão vital importância para a língua portuguesa e seus falantes.
Euro-região (antes do AO de 1990)
e (pós-AO de 1990)
e (pós-AO de 1990)
Qual é a forma correcta, Euroregião ou Eurorregião?
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
