DÚVIDAS

Acerca das duplas grafias no novo Acordo Ortográfico
Pela lógica, um acordo ortográfico serve entre outras coisas para normalizar a língua. Como se entende então que passe a haver um elevado número de palavras com múltiplas grafias possíveis em Portugal —  ex.: aspecto e aspeto, caracteres e carateres, facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção? Não trará isto ainda mais confusão desnecessária à língua? Porque não se obriga à escrita de uma única grafia? Não conheço nenhuma língua entre as mais faladas do mundo que admita tal enormidade. Qualquer dia nem vale a pena ter um dicionário para consultar a grafia correta das palavras se tudo começa a ser possível. Para isso voltemos aos tempos em que cada qual escreve como lhe apetecer sem qualquer regra, sempre seríamos mais coerentes.
«UNIP em parceria com Sebrae promovem...»
Sou estudante do curso de Letras e deparei-me com um período, escrito por uma colega, o qual me trouxe muita confusão. “UNIP em parceria com Sebrae promovem curso de empreendimento.” Ao meu ver, o verbo principal parece estar fora da concordância. Se a flexão do verbo estiver correta, penso que se trata de um erro de acentuação, talvez a falta de vírgulas que separem o aposto “em parceria com Sebrae”. Gostaria de saber se está correto e, se não estiver, qual a estrutura ideal para que fique clara e objetiva. Agradeço a ajuda.
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