O plural de pára e de pêra (grafia de 45)
Agradeço a vossa resposta a uma pergunta que fiz há poucos dias, relativamente à grafia do plural de pára (pára-quedista), segundo o antigo AO. Mas, agora, fico sem perceber por que razão é que, se o plural de pára é páras, o de pêra é (como confirmei no Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora) peras, e não pêras.
Julgo que pêra tem acento devido à existência do termo arcaico pera; e pára, por haver para. Dado nem pera nem para terem (como é óbvio) formas plurais (ao contrário de pelo, motivo por que o plural de pêlo é pêlos), não entendo a diferença na formação dos plurais de pêra e pára.
Poderão explicar-me, por favor?
(Repito que a pergunta se refere às grafias segundo o antigo AO.)
O acento grave em «Às oito horas»
Tenho uma dúvida frequente sobre a acentuação. Devemos escrever «ás 8 horas», ou «às 8 horas»?
Qu – porquê?
Procurou-se, com o novo acordo ortográfico, promover o desaparecimento das letras supérfluas. Mas houve uma que escapou: o u a seguir ao q. Quando não pronunciado, este u não faz falta nenhuma. A minha dúvida é: porquê mantê-lo?
A origem da palavra sirigaita
Gostaria de saber, se possível, qual a origem da palavra sirigaita.
Alegríssimo
Qual é o superlativo absoluto sintético do adjetivo alegre?
Corrente, nome coletivo?
Gostaria de saber se o nome corrente pode considerar-se coletivo, uma vez que, de acordo com a definição da palavra, se trata de uma cadeia de elos (logo, um conjunto de elos).
Biopsia/biópsia
Biopsia, ou biópsia?
«Por cento» vs. porcento
Como se escreve 25% por extenso: «vinte e cinco por cento», ou «porcento»?
Pé, nome comum
Como se classifica morfologicamente a palavra pé na seguinte frase: «Alguns fugiram a pé, abandonando as suas armas e armaduras para correrem mais depressa»?
As palavras compostas e o AO
No estudo das palavras compostas numa turma do 5.º ano de escolaridade, surgiu a seguinte dúvida: uma vez que, ao abrigo do novo acordo ortográfico, nas palavras como fim-de-semana, cor-de-vinho ou fios-de-ovos suprime-se a grafia do hífen, considera-se, da mesma forma, que são palavras compostas, ou a terminologia é deferente? Tenho a impressão de que os alunos poderão perder, de certa forma, a noção de palavra se classificar, por exemplo, fim de semana como uma palavra composta. Desde já agradeço a vossa colaboração.
