As Raízes da Língua
O mais recente livro de Marco Neves (linguista, tradutor e divulgador da língua portuguesa) chega aos leitores pela editora Guerra e Paz. Publicado em março de 2026, As Raízes da Língua propõe uma viagem acessível e envolvente pela história do português através de 50 palavras do quotidiano, revelando as origens diversas e inesperadas que se escondem na língua que usamos todos os dias.
Longe de se apresentar como um dicionário etimológico ou uma obra técnica, o livro organiza-se em...
Textos publicados pela autora
As Raízes da Língua
O mais recente livro de Marco Neves (linguista, tradutor e divulgador da língua portuguesa) chega aos leitores pela editora Guerra e Paz. Publicado em março de 2026, As Raízes da Língua propõe uma viagem acessível e envolvente pela história do português através de 50 palavras do quotidiano, revelando as origens diversas e inesperadas que se escondem na língua que usamos todos os dias.
Longe de se apresentar como um dicionário etimológico ou uma obra técnica, o livro organiza-se em...
«Vinho da madeira» e «vinho Madeira»
Pergunta: Já aqui se falou que se deve escrever «Madeira» com maiúscula quando nos referimos ao «vinho (da) Madeira».
A minha pergunta é um pouco anterior: deve escrever-se «vinho da Madeira» ou «vinho Madeira»?
Porquê?
Obrigado.Resposta: A forma mais correta e tradicional em português é «vinho da Madeira», pois segue a construção regular «vinho de» + lugar, tal como acontece com «vinho do Porto», indicando explicitamente a origem geográfica do produto. É esta a forma que recomendaríamos.
A expressão «vinho Madeira»...
O advérbio esquecidamente
Pergunta: Gostaria de saber se a palavra esquecidamnete existe, podendo ser classificada como um advérbio.Resposta: Não há registos dicionarísticos que atestem o advérbio esquecidamente.
Ainda assim, pode ser considerada uma formação correta do ponto de vista morfológico, uma vez que resulta da junção do adjetivo esquecido com o sufixo -mente, processo na formação de advérbios de modo em português, tal...
À Flor da Língua
O mais recente livro de Gregório Duvivier (actor, poeta e um dos criadores do colectivo Porta dos Fundos) chega a Portugal pela editora Tinta da China. Publicado em março de 2026 e inspirado no espetáculo O Céu da Língua, À flor da língua propõe uma celebração inteligente, sensível e divertida da língua portuguesa.
A obra, com 208 páginas, transforma em livro o espírito do espetáculo, recuperando o mesmo encanto pelas palavras, pelos seus sons e pelas suas viagens entre variantes. Duvivier escreve...
