Textos publicados pelo autor
A sigla GNR
Pergunta: Porque se diz gê em GNR, e não guê?Resposta: A forma GNR, que, em Portugal, é a sigla de Guarda Nacional Republicana, surgiu numa época em que se considerava que o nome correto da letra G era apenas gê. É este o nome que figura, por exemplo, no Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (1947, p. 1), de Rebelo Gonçalves: «g G (gê)».
Com o passar dos anos, passou a...
O termo jubilado
Pergunta: No vosso site diz-se que o termo jubilado se aplica aos professores universitários que atingem o limite de idade.
No entanto, creio que o mesmo termo é aplicado a juízes, independentemente de serem, ou não, professores universitários.
Assim, gostaria de perguntar se o termo jubilado deve ser também aplicável a juízes.
Muito obrigado.Resposta: Em Portugal, o termo jubilado também se aplica aos juízes conforme o Estatuto dos Magistrados...
Barba-cara ou «barba cara» (Cabo Verde)
Pergunta: Não logrei encontrar a expressão “barba-cara” (com ou sem hífen) em nenhum dicionário.
Contudo, a expressão aparece, no sentido de «com desfaçatez», em diversas passagens de livros e artigos. Porém, todos os textos que pude encontrar, incluindo esta expressão, são cabo-verdianos, pelo que gostaria de perguntar se tem, efetivamente, origem cabo-verdiana ou se a posso utilizar numa tradução para português europeu, nestes moldes:
«Estás a dizer isso na minha barba cara?», i.e., «tens o descaramento de me dizeres...
O nome avicóptero
Pergunta: A ideia é "absolutamente simples".
É a proposta de um neologismo, a saber, avicóptero que é referente à fantástica máquina em questão: o V-22 Osprey
Sem mais de momento e grato pela disponibilidade.Resposta: Na verdade, uma pesquisa em páginas da Internet revela que a palavra avicóptero já circula há algum tempo, quer em português quer em espanhol.
Por exemplo, para designar o V-22 Osprey, mas também para designar outros tipos de aeronave....
História Global da Literatura Portuguesa
Com A História Global da Literatura Portuguesa, um lançamento da editora Temas e Debates no final de 2024, propõe-se uma visão diferente e aberta da literatura portuguesa, na perspetiva das trocas culturais com outros espaços, da Idade Média à contemporaneidade.
Como se assinala na sinopse da contracapa, são «[c]em capítulos escritos por cem especialistas [que] fazem nesta obra uma síntese abrangente da herança literária portuguesa na perspetiva do novo ideário da história global, aqui aplicado pela primeira...
