António Guerreiro - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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António Guerreiro
António Guerreiro
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António Guerreiro (Santiago do Cacém, 1959) licenciou-se em Línguas e Literatura Moderna – Português/Francês – pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1986, ingressou como Assistente da cadeira de Introdução aos Estudos Literários na Escola Colunista do jornal Público, no suplemento cultural Ipsílon.

 
Textos publicados pelo autor
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«O Acordo entrou em vigor por força da lei, em obediência a uma construção ideológica chamada lusofonia, mas não por força da aceitação pelos cidadãos e da aprovação pelas instâncias de carácter científico. Na história da nossa democracia, não há procedimento tão absurdo e tão próprio de um poder totalitário como este.» Palavras que o jornalista António Guerreiro escreveu para o jornal Público de 13 de maio de 2016.

[Ver também: Acordo Ortográfico sob polémica presidencial]

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O atual jornalismo esquece-se de que o discurso político é uma linguagem que exige consciência crítica – é uma das conclusões do jornalista português António Guerreiro, em artigo publicado em 17/07/2015 no jornal Público.

Texto publicado no semanário “Expresso” de  21/07/2012, a propósito da polémica Teresa Gersão vs. Maria Helena Mira Mateus.

Na discussão do Acordo Ortográfico, além dos termos de uma estéril querela que se fica por questões de princípio, é possível perceber que por mais críticas que tenha suscitado, por mais que tenha sido desautorizado cientificamente, ele resistiu pela sua condição de projeto político.

 

Foi publicada recentemente no Diário da República uma portaria do Ministério da Educação (ME) suspendendo a Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário (TLEBS). Trata-se de uma medida que já tinha sido anunciada quando o ME se viu confrontado com uma forte contestação à nova terminologia linguística, não apenas no plano pedagógico mas também no plano científico. Recordemos ...