O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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(mas não digam a ninguém)

Os palavrões «são armas mentais», defende o tradutor e professor universitário português Marco Neves. Neste artigo que escreveu no seu blogue Certas Palavras, no dia 3/01/2016, demonstra que estas palavras existem desde sempre e estão presentes em todas as sociedades, veiculando carga emocional. 

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O gosto de Tom Jobim pelas palavras

Evocar o músico e compositor brasileiro Tom Jobim é também lembrar o seu gosto pelas palavras, pela etimologia e pelos dicionários, tal como acontece neste texto publicado no Diário de Notícias de 21/10/2018 e da autoria do  escritor Ruy Castro.

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Entre o calão e os tabus

«As palavras não são boas nem más. Simplesmente, não são. Já os seres humanos encontram formas engenhosas de agredir sem usar a força, e a linguagem serve fielmente este fim.» 

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Quando um nome próprio se transforma em tabu

Reflexão sobre o fenómeno que tem levado a que o nome de alguns políticos, associados a posições extremas, deixe de ser pronunciado, ao ponto de se transformar quase num tabu. Como afirma o autor, «o que está na base de uma decisão radical como aquela – a de nunca mais dizer um nome – é só uma, seja ela motivada pelo amor ou pelo desprezo. É, para todos os efeitos, o mesmo que atirar um problema para trás das costas e fingir que ele não existe.»

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Para conhecer a origem de alguns palavrões e algumas das razões pelas quais são tão frequentemente utilizados

Os palavrões, herança dos Romanos, chocam e aliviam – revela a jornalista Rita Cipriano num artigo saído no jornal digital Observador de 20 de setembro de 2018 (ilustrações de Andreia Reisinho Costa).

 

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Pérolas esquecidas da língua portuguesa
Por BBC Brasil

Amigo do alheio, dendoclasta, histrião, jacobeu, misólogo, onagro, peralvilho, sevandija e xenómano (xenômano, no Brasil) – são alguns termos injuriosos mais rebuscados e pouco conhecidos pelo comum dos falantes da língua portuguesa recolhidos nesta divertida ilustração, com origem na BBC Brasil.

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«(...) Em primeiro lugar, o uso frequente do palavrão conduz a uma certa falta de respeito entre as pessoas. Em segundo lugar, o recurso ao palavrão empobrece imenso a linguagem. A palavra «m…», por exemplo, substitui todos os adjetivos: «É feio como a m…», «É estúpido como a m…», etc. E com a palavra «c…» sucede o mesmo: «É grande como o c…», «É alto como o c…». Basta o leitor tentar substituir as palavras «m…» e «c…» por outras para perceber até que ponto o uso daquelas facilitou a vida ao ‘utilizador’, atrofiando-lhe a capacidade de expressão. (...)»

[José António Saraiva, semanário "Sol", 12/11/2016]

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Alguns insultos recorrentes no discurso político-mediático, em Portugal , neste texto assinado pelo jornalista Luís M. Faria, publicado na sua coluna "Altifalante – Nas Entrelinhas", in revista do semanário Expresso, de 1 de outubro de 2016.

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Sobre o palavrão e outros tabuísmos de linguagem – neste artigo do jornalista português Henrique Monteiro, publicado no semanário "Expresso" de 31/07 p.p.

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Quando é que as denominadas «subtilezas de linguagem» e demais «expressões rudes» – vulgarmente conhecidas como insultosinjúrias – (não) são tidas como mera «muleta de linguagem» no entendimento dos tribunais chamados a pronunciar-se? E qual é a fronteira, para a jurisprudência portuguesa, para além da qual se ultrapassa o simples «calão grosseiro proferido como desabafo»? Um caso recente e muito mediático envolvendo o marido da ministra das Finanças portuguesa propiciou este levantamento de casos judiciais similares, num trabalho da jornalista Ana Henriques, saído no diário Público do dia 16 de julho p.p.