Início Português na 1.ª pessoa O nosso idioma Mau uso da língua no espaço público
Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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«(...) Os atropelos à língua, a falada pelos leitores de teleponto e a escrita nos rodapés da televisão, provocaram-me maiores agonias do que as queixas hepáticas motivadas pelos excessos festivos. Não foram só os erros ortográficos e o mais absoluto desprezo pelas regras de concordância de género, número, tempo ou modo. (...)»
 
[artigo publicado no diário português "i" de 06/01/2017]
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Crónica do humorista Ricardo Araújo Pereira sobre o desuso em Lisboa – e não só... – da segunda pessoa do plural, do imperativo e conjuntivo... substituídos por «uma mixórdia linguística».

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«Se a expressão "passar tudo a pente fino" é inócua, embora repetida por tudo e por nada, e “desactualizada” face a outros modos de procurar minuciosamente alguém ou algo, já «a caça ao homem» me parece, em tese, uma asserção indecorosa, feia, indigna, seja qual for o tipo de “caça” e seja quem for a pessoa, mesmo que, presumivelmente, assassina e cruel. Há outras formas de dizer o mesmo, como sejam busca, procura ou até perseguição. (...)»

 

[António Bagão Félix, "Público" do dia 21 de outubro de 2016]

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Artigo da autoria das jornalistas Sílvia Júlio e Teresa Joel, publicado no jornal "Tempo Livre" (n.º 32 da 2.ª série, fevereiro/março de 2016), da Fundação INATEL, à volta do excesso de anglicismos e do menor cuidado no uso do idioma nacional no espaço mediático português.

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Se os jogos, e os atletas, e as respetivas federações, se designaram sempre parolímpicos, porquê, então, a prevalência, nos últimos tempos, da forma "paralímpico" — contrariando, inclusive,  todas as recomendações1 e registos dos dicionários e vocabulários de referência? «O Brasil resistiu por muitos anos, mas, sem o apoio de Portugal, ficou difícil conter a onda internacional», lamenta o escritor Sérgio Rodrigues, na sua coluna Sobre Palavras, da revista brasileira Veja de 14/08/2012.

 

 

São muitos os leitores que reclamam para esta coluna, de prontuário e gramática em riste, contra os erros em que esbarram, a cada passo, na comunicação social. A insatisfação que essas cartas denotam, já aqui o escrevi, por mais de uma vez, é compreensível. Quem não tem meios não se estabelece, diz o ditado. Quem não conhece a língua que usamos não está, evidentemente, habilitado a escrever ou a falar em órgãos de informação. Apesar disso, e contrariando um pouco o tom da maior parte dos leit...