Ensino - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa Ensino Ensino à distância
Questões relativas ao ensino do português língua materna/língua estrangeira.
Oportunidade e não oportunismo
A propósito do #estudoemcasa, via RTP Memória

 «Durante as cerca de três décadas que leva de existência, a única universidade de ensino a distância que existe em Portugal – a Universidade Aberta – foi encarada com desconfiança e com preconceito, por quem nunca tratou de saber qual a efetiva função socioeducativa do EaD», recorda neste texto* o seu fundador e ex-reitor, agora que, passados 30 anos, o surto pandémico da covid-19 obrigou ao regresso ao modelo das «aulas pela Internet»

*in jornal Público, do dia 5 de maio de 2020

N. E. – Mantém-se a grafia «a distância», usada pelo autor e por várias instituições do ensino superior, entre elas, a mencionada Universidade Aberta. Embora  «a distância», sem acento gráfico, constitua forma correta, observe-se que «à distância», com acento gráfico, é mais corrente e tem até mais tradição.

Ciberdúvidas da Língua Portuguesa: um especialista à distância de um clique
Esclarecimento de dúvidas, partilha de reflexões e análise de casos problemáticos do idioma oficial dos oito países lusófonos

«A importância do Ciberdúvidas no espaço da lusofonia e o interesse que a sua atividade desperta em utilizadores de todo o mundo – escreve a professora Carla Marques neste artigo publicado na revista digital da Leya Educação do mês de outubro de 2018 – ficam bem patentes no impressionante número de visitas que o portal recebe: 1,3 milhões de acessos mensais e cerca de 350 000 acessos semanais. (...)»

Estudo autónomo programado em sala de aula:<br> o caso do projeto Ciberescola.com

Texto em que a autora, Ana Sousa Martins, coordenadora da Ciberescol/Cibercursos da Língua Portuguesa, evidencia como a construção do projeto Ciberescola da Língua Portuguesa, no contexto do ensino do Português Língua Não Materna (PLNM) no ensino básico e secundário em escolas públicas portuguesas, tem assentado grandemente na estimulação da aprendizagem autónoma, permitindo defender que este modelo, concebido e aplicado especificamente para o PLNM, é exportável para outras disciplinas (artigo publicado na revista Nova Ágora, n.º 5, setembro de 2016).