Pelourinho Hortografia Antigamente a ortografia era para respeitar. Porquê? Ninguém perguntava. Com a chegada da modernidade, também a ortografia se despiu de dogmatismos e apareceu explicada: é importante atender à forma escrita de uma palavra, porque aí se regista o seu código genético. Recentemente, a ortografia foi considerada um obstáculo metodológico para a aferição da competência da leitura nas provas do 1.º e do 2.º ciclos do ensino básico — 2007. Mais recentemente, Gonçalo M. Tavares, autor do romance ... Ana Martins · 27 de outubro de 2007 · 4K
Pelourinho Palavras doces Toda a gente sabe que o antónimo de certo é errado, de culpado, inocente, de torto, direito. São os chamados antónimos dicotómicos. Mas há também os antónimos seriais, que assentam numa escala graduada: há duas palavras que se situam nos extremos de uma dad... Ana Martins · 20 de outubro de 2007 · 5K
Acordo Ortográfico // Notícias Acordo Ortográfico na agenda da reunião da CPLP em Novembro Segundo notícia da agência Lusa, a próxima reunião, em Novembro, dos ministros dos oito países da CPLP abordará, entre outros assuntos, o impasse à volta da entrada em vigor do Acordo Ortográfico. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 18 de outubro de 2007 · 5K
Pelourinho A Gronelândia não pagou o ar condicionado O calote glaciar da Gronelândia está a diminuir muito mais rapidamente do que previam os investigadores. Segundo o Centro Espacial da Dinamarca, o aumento é agora de 400 por cento, o que eleva o nível do mar até 2100 em mais 60 centímetros. A avaliar por esta notícia do Correio da Manhã, os gelos da Gronelândia estão a derreter porque alguém se esqueceu de pagar o ar condicionado e pregou um calote ao fornecedor de energia. Não é nada disso. O que está a derreter é a calota e não o calote. João Alferes Gonçalves (1944 — 2023) · 16 de outubro de 2007 · 3K
Antologia // Brasil O verbo for Escrita ainda em vida do autor, esta saborosíssima crónica sobre uma prova oral... «bestíssima» foi publicada no jornal "O Globo" (e em outros jornais) a 13 de setembro de 1998, integrando o livro "Conselheiro Come». João Ubaldo Ribeiro · 13 de outubro de 2007 · 12K
Pelourinho Com duas letrinhas apenas Vale a pena dar revelo a uma palavra que muitas vezes passa despercebida, mas que faz muita diferença na interpretação dos enunciados: a preposição. Tome-se para primeiro exemplo este título: «Alan Greenspan em Lisboa para conferência do Sol e DD» (Diário Digital, 3/10/07). Conhecemos as «conferências de imprensa, de paz, da ONU, do Casino»…, mas não de um ou dois jornais. Houve a intenção de puxar para o t... Ana Martins · 13 de outubro de 2007 · 3K
Acordo Ortográfico // Notícias Acordo Ortográfico debatido na Galiza O novo Acordo Ortográfico foi o tema do primeiro acto público da Comissão Promotora da Academia Galega da Língua Portuguesa, organizado no dia 8 de Outubro p. p., na Universidade de Santiago de Compostela. Neste evento intervieram os professores... Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 12 de outubro de 2007 · 2K
O nosso idioma A intensificação na linguagem do futebol Durante a atual rodada bem disputada do campeonato brasileiro, é oportuno comentar os usos freqüentes na forma de descrever e comentar os jogos. Um dos processos mais corriqueiros é a intensificação, ou seja, a hipérbole ou forma de exagerar, pouco estudada na gramática. É manifestada por advérbios, adjetivos e locuções, como também pela gradação sufixal de nomes, por verbos e sua repetição, e largament... Nelly Carvalho · 9 de outubro de 2007 · 9K
O nosso idioma // Comunicação e linguagem São assim as palavras Que não são só o seu significado «Muita gente pensa que a língua está dentro dos dicionários, que é uma listagem de palavras. Não é, mas há alguma razão em pensar assim» – observa neste apontamento a professora Ana Martins, a propósito de um espaço na SIC Online que convida os telespectadores a indicarem uma palavra da língua portuguesa sua favorita. Ana Martins · 8 de outubro de 2007 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Português perde para ‘brasileiro’ A relevância do português tal como é falado em Portugal está ameaçada, e o século XXI pode marcar o ponto de viragem, com a variante falada no Brasil a transformar-se em língua de direito próprio, com espaço privilegiado nas instâncias internacionais. Valdemar Cruz · 8 de outubro de 2007 · 5K