Lusofonias A CPLP e as estratégias de expansão da Língua Portuguesa no Mundo Comunicação apresentada em 15 de março de 2000 pelo autor no seminário integrante do "Projeto Câmara nos 500 Anos", promovido pela Câmara dos Deputados brasileiros, em conjunto com a Academia Brasileira de Letras, a Associação Brasileira de Imprensa, Universidade de Brasília e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em comemoração ao quinto centenário da chegada da Língua Portuguesa ao Brasil. Jorge Couto · 9 de maio de 2014 · 17K
Pelourinho // Estrangeirismos Campeão português. Logo, em inglês. Media Open Day chamou o Benfica – ou melhor, quem lhe (des)trata da comunicação mediática – ao bónus de 15 minutos que deu aos jornalistas, num treino da sua principal equipa de futebol, vencedora do campeonato português deste ano, o 33.º da sua história. E como há ainda dois outros títulos nacionais assegurados ou em vias disso, o mais popular clube português, de facto, não podia ter encontrado melhor maneira de se anunciar aos portugueses. Em inglês, pois então1. José Mário Costa · 9 de maio de 2014 · 6K
Pelourinho Esse "códico" está errado A propósito do funcionamento de telemóveis e operadoras em Angola, Edno Pimentel assinala o erro "códico", que ocorre em lugar da palavra correta, código. Nos últimos tempos, as pessoas já “não sabem” por que operadora optar. Queixam-se das que andam por aqui [em Luanda]. Dizem que estão «cheias de planos e promoções», no entanto, «são propagandas que já não surpreendem a ninguém». Edno Pimentel · 9 de maio de 2014 · 14K
Pelourinho // Neologismos Argumentário Porquê o erudito «argumentário», e não «argumentos» ou «argumentação»? O que leva os jornalistas a colarem-se ao “discursário” político oficial? Encontrei a palavra argumentário no "Expresso" e no i: o governo preparou um argumentário para justificar a «saída limpa»; no Largo do Rato [localização do Partido Socialista], desmonta-se o argumentário; Martins da Cruz tem um argumentário em defesa da adesão da Guiné-Equatorial à CPLP. Wilton Fonseca · 9 de maio de 2014 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Erros em tulha... «[…] a sociedade vive atolhada de informação”, diz.» Notícias ao minuto, 5 de maio de 2014 Paulo J. S. Barata · 7 de maio de 2014 · 7K
O nosso idioma // A língua portuguesa vista por estrangeiros Falar português em Portugal As férias já fazem parte do passado. Estou pela primeira vez (depois das férias) em frente do ecrã a tentar de escrever um texto sobre as férias. Não é fácil. A língua portuguesa em Portugal ficou ainda mais estranha para mim. Tenho de aproximar-me dela mais uma vez, e de uma maneira diferente. Isto por várias razões. Markus Schmid · 7 de maio de 2014 · 11K
Ensino // Vídeos Funções gramaticais Sujeito, predicado, complemento direto, complemento indireto... – como identificá-los numa frase? Com exemplos muito simples, a professora Sandra Duarte Tavares explica como se faz, numa aula gravada nas instalações da Escola Superior de Educação Almeida Garrett. 3 de maio de 2014 · 9K
O nosso idioma // O português do Brasil Receita «casêra» de «repôi nu ái i ói» (repolho no alho e óleo) A «intragável» proliferação de programas de culinária na televisão portuguesa é pretexto desta receita no dialeto caipira, reproduzida nesta crónica do jornalista Wilton Fonseca, na sua coluna semanal do jornal "i" de 1/05/2014. Wilton Fonseca · 1 de maio de 2014 · 18K
Pelourinho Um 1.º [de Maio] não é propriamente um 1º [de Maio] A passagem de Dia do Trabalhador em Portugal deu de novo visibilidade à confusão recorrente1 na grafia da abreviatura do ordinal [1.º] com a do símbolo da unidade de temperatura [1º]. Oportunidade, ainda, para se lembrar o que prescrevem as novas regras ortográficas quantos aos meses do ano e às datas históricas e festividades. 1 Uma confusão recorrente em vários registos, alguns deles nada abonatórios do rigor da informação aí divulgada. José Mário Costa · 1 de maio de 2014 · 12K
O nosso idioma // O português em Angola Isso é mesmo português?* Os usos do português de Angola encharcados também de termos e palavras inglesas (mas também francesas) abordados nesta crónica do autor, na sua coluna, "Professor Ferrão" (in semanário "Nova Gazeta", de 1 de maio de 2014). O mais intrigante, ou engraçado, é que nenhum dos rapazes chegou a ir a um centro de línguas para aprender inglês ou francês, mas impressiona a forma como falam e o excesso de palavras inglesas que têm no seu vocabulário. Edno Pimentel · 1 de maio de 2014 · 9K