O nosso idioma // O português em Angola Eles não "corrugem" as provas Nos usos do português coloquial em Angola aponta-se nesta crónica do autor no semanário “Nova Gazeta” a deficiente conjugação do verbo corrigir – e logo por quem (e onde) menos se esperaria... Essa é uma discussão que vem de muito longe. Agora até que melhorou um bocadinho, porque na década de 1990, a situação era pior. Os alunos ficavam amontoados, como que se de mercadoria se tratasse. Salas abarrotadíssimas, sem carteiras, sem quadros em condições e sem outros meios de ensino. Edno Pimentel · 7 de agosto de 2014 · 4K
Lusofonias // As línguas de Angola Sobre a aprendizagem das línguas nacionais, em Angola «Hoje, existem dicionários, gramáticas, Bíblias, manuais didácticos, poemas, livros de contos em algumas línguas [nacionais de Angola]. Porém, a política linguística [no país] enfrenta um gigantesco dilema: que língua nacional introduzir em certos domínios da vida nacional? Que língua nacional e em que nível alfabetizar, ensinar ou escolarizar sem promover a diferenciação dos grupos étnicos, tribalização ou regionalização? » Artigo transcrito do portal Rede Angola, sob o título original "Aprender línguas nacionais, exigência actual". Francisco Edmundo · 7 de agosto de 2014 · 16K
Pelourinho Uma desmarcação mal demarcada «Claro que eu, aqui [na Madeira], não subscrevo a política da República. E procureipassar a mensagem da minha desmarcação, e mesmo oposição, a essa política». Expresso, Primeiro Caderno, entrevista a Alberto João Jardim, 25 de julho de 2014, p. 10. Paulo J. S. Barata · 5 de agosto de 2014 · 6K
Acordo Ortográfico // controvérsias Para que serve o Acordo Ortográfico? — simpósio escrito (revista Forma de Vida) Em abril de 2013, o n.º 2 da revista Forma de Vida incluiu um simpósio subordinado ao título "Para que serve o acordo ortográfico?" e constituído por artigos de académicos, ensaístas e escritores de Portugal e do Brasil, a saber, Abel Barros Baptista, João Costa, Paulo Franchetti, Maria Filomena Molder, Gustavo Rubim, Miguel Tamen e José Maria Vieira Mendes. Na introdução a esse conjunto de textos, pode ler-se: Vários autores · 31 de julho de 2014 · 7K
Controvérsias Não se fala... não existe «Desde 1976 – escreveu Vasco Pulido Valente no jornal português “Público” [“Merecidos vexames”, 26 de julho de 2014] – nenhum Governo se ocupou seriamente da defesa da língua. O Dicionário da Academia de Ciências não passa de uma triste imitação do Oxford Shorter, não há uma gramática decente e aces... José Mário Costa · 31 de julho de 2014 · 5K
Pelourinho Um estrato (muito) mal extraído «Este foi um dos produtos […] que também permitiu criar a Red Eye, cervejaapresentada como remédio para a ressaca, e cujo segredo é um estrato detomate criado em Portugal» Expresso, Economia, 18 de julho de 2014, p. 14. O estrato de tomate referido na transcrição é na verdade extrato. Paulo J. S. Barata · 31 de julho de 2014 · 7K
Pelourinho O "ou" ou o "e"? Três exemplos da confusão no emprego de duas conjunções coordenativas de sentido distinto, colhidos em jornais portugueses. Crónica do autor publicada no jornal "i" de 31 de julho de 2014. Para alguns jornalistas é um problema escolher entre um “e” e um “ou”, as inesquecíveis conjunções aditivas e alternativas que surgiam nas primeiras páginas das gramáticas básicas. Wilton Fonseca · 31 de julho de 2014 · 12K
O nosso idioma // O português em Angola Aulas muito "vantagiosas"! Na derivação de palavras, podem surgir variantes inesperadas, como é o caso da forma "vantagioso", usada incorretamente em lugar de vantajoso. É este o tópico gramatical de mais uma crónica que Edno Pimentel dedica aos usos do português de Angola. A ideia não é tirar vantagem sobre outrem. Sempre que escrevo as aulas do professor Ferrão, como já um dia contei neste mesmo espaço, faço de forma a não ferir quem quer que seja. Edno Pimentel · 31 de julho de 2014 · 8K
Pelourinho Um erro (facilmente) evitável É por estas e por outras – a confusão entre ter a ver (= «ter relação com»/«dizer respeito a») e ter a haver (= «ter a receber») – que vale mais preferir-se o vernáculo ter que ver. Evitava-se o erro1. E tratando-se ainda por cima de uma televisão de serviço público a veiculá-lo... 1 Ainda por cima, um erro duplo aquele anómalo ter haver. José Mário Costa · 29 de julho de 2014 · 3K