O plural de dossiê, ateliê e guiché
Qual a sugestão para o plural das palavras dossiê, ateliê e guiché?
Quando todos é pronome indefinido
Eu estou a estudar português e tenho algumas dúvidas:
1 — Na frase «Todos os meus amigos são de Portugal», «todos» é um pronome indefinido?2 — Na frase «Cansei-me de fazer o mesmo todos os dias», «todos» é um pronome indefinido?3 — Em «Parecem todos muito animados», «todos» é um pronome indefinido?
Muito obrigada.
Quanto antes
Que significa a frase "Faça a lição quanto antes."? O que é a função sintáctica da palavra "quanto"?
Muito obrigado.
Ainda a querela «centenas de milhar» versus «centenas de milhares»
Embora o Ciberdúvidas já tenha respondido, e várias vezes, sobre esta recorrente querela “Dezenas/centenas de milhares” “versus” “Dezena/centena de milhar”, continuo a ouvir (e ler) que aquele “milhar” é um determinante, logo, invariável.
O artigo em topónimos estrangeiros
Há topônimos que pedem artigo definido (o Rio de Janeiro, a Bahia, o Alentejo, o Brasil) e outros que o dispensam (Luanda, Coimbra, Minas Gerais, Cabo Verde). Ao consultar respostas anteriores do Ciberdúvidas, aprendi que não há normas rígidas sobre a colocação ou omissão do artigo, em tais casos. O que sim, deve ser observado, são os hábitos idiomáticos das comunidades enraizadas em seus respectivos países, regiões ou cidades (e mesmo bairros). São elas que irão determinar, pela tradição, se determinado topônimo deve ou não ser "articulado". Por outro lado, ocorre-me a pergunta: como lidar com topônimos de terras "estrangeiras", ou seja, aquelas que não foram afetadas pelas idiossincrasias vernaculares das comunidades lusófonas? A respeito delas, tomo nota da seguinte curiosidade: leva artigo a grande maioria dos topônimos que se referem a países (a França, o Uruguai, a Rússia, a Síria), o mesmo não sucedendo quando se trata de nomes de cidades (Paris, Montevidéu, Moscou/Moscovo, Damasco). A única cidade estrangeira "articulada" que me ocorre é a capital do Egito (diz-se "estive no Cairo", e não "em Cairo"). Outras há que vivem na ambigüidade (Haia/a Haia). E o único país "desarticulado" seria Sri Lanka – talvez por se tratar de topônimo de recente introdução no atlas, em substituição ao tradicional Ceilão. A que se deve esse fenômeno? Poderíamos especular que a "articulação" dos nomes dos países estrangeiros terá sua origem na elipse. Por exemplo: quando dizemos "a França", queremos dizer "a (república da) França". No mesmo diapasão, "a Inglaterra" é "a (monarquia da) Inglaterra". Essa linha de suposição, contudo, não me parece muito convicente. E que dizer da "desarticulação" dos nomes das cidades? Por que vamos a Paris, e nunca à Paris (a não ser que seja àquela específica Paris dos meus sonhos, devidamente objetivada)? Note-se que mesmo alguns nomes que no original levam artigo (La Habana), perdem esse apêndice quando vertidos para o português (Havana). Fica a pergunta no ar, na esperança de que o Ciberdúvidas ofereça alguma resposta.
O verbo suceder (com o sentido de ocorrer, acontecer)
Tenho um livro que diz que o verbo suceder no sentido de ocorrer, acontecer é verbo intransitivo. Não seria transitivo direto?
Concordância de adjetivos compostos com cor
Em cores originadas de adjetivos compostos apenas o segundo elemento sofre a concordância nominal.
A minha dúvida é se isso se mantém quando vem antecedido da palavra cor, como nos exemplos: "roupa na cor amarelo-esverdeada" / "vermelho-clara" / "azul-escura" etc.
Ou seja, concorda em singular feminino, pois é antecedido da palavra cor, certo?
Ou a cor ficaria invariável: «roupa na cor "amarelo- esverdeado" / "vermelho-claro" / "azul-escuro"» etc?
O plural de arco-íris e de mil-folhas
Gostaria de saber o plural de arco-íris e de mil-folhas.
Penalização vs. penalidade
É vulgar lermos na imprensa e ouvir nos meios de comunicação, por exemplo, «foi aplicada uma penalização a» ou «teve uma penalização de». Devemos usar penalização, ou penalidade?
Classe de palavras de sim
Qual a subclasse a que pertence o advérbio sim de acordo com a nova terminologia?
