DÚVIDAS

Verbos defetivos impessoais e unipessoais
Consultei diversas gramáticas, prontuários e dicionários de verbos, mas nenhum destes me conseguiu elucidar em relação aos verbos defectivos impessoais e unipessoais. Não há um consenso em relação, por exemplo, aos tempos em que são conjugados esses verbos e às pessoas. Por exemplo: Chover, nevar, abrumar e anoitecer podem ou não ter imperativo? E quais os tempos que se conjugam? Podem ter gerúndio e particípio passado? E o infinitivo, é pessoal ou impessoal? E miar ou ladrar, zumbir, balir, cacarejar... (as vozes dos animais)? Conjugam-se todas as pessoas ou apenas a 3.ª do plural e do singular? Podem ter imperativo? E se podem, quais as pessoas que se conjugam? Obrigada.
A grafia da expressão «única e exclusivamente»
Estou pesquisando uma dúvida e não encontro uma fonte fidedigna para comprovar minha opinião. Trata-se da expressão «unica e exclusivamente», muito usada em textos jurídicos. O termo única obviamente leva acento. Mas como na expressão «unica e exclusivamente» o -mente é suprimido para evitar a repetição (na verdade, deveria ser «unicamente e exclusivamente», razão pela qual o unica da expressão não leva acento), o termo unica acaba não sendo acentuado. Revisores, clientes, colegas, etc. muitas vezes tendem a corrigir e colocam o acento no única na expressão. Gostaria de receber uma fonte com a qual eu possa comprovar que o unica neste caso não leva acento.
O uso da preposição: termos regente e regido
Estava consultando o "site" e me ocorreu uma dúvida sobre o uso da preposição e termos «regente» e «regido». Considere o exemplo: «O porte de arma pela população não tem consenso.» Para a preposição «de», «o porte» seria o termo regente, enquanto «arma», o regido. E para a preposição «por» (per + a), «população» seria o termo regido, mas aqui se encontra a dúvida, qual seria o regente: – «o porte», e aí teríamos um significado incompleto; – ou o «porte de arma»? Agradeço se puder responder.
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