DÚVIDAS

Dativo de opinião: «para os meus discípulos»
Na frase, «Muitos vocábulos da língua latina são conhecidos para os meus discípulos», por que «para os meus discípulos» não pode ser agente da passiva? Os discípulos não estariam fazendo a ação de conhecer? «Os meus discípulos conhecem muitos vocábulos da língua latina.» Disseram-me que é objeto indireto num curso que faço, mas ainda não entendi por quê! Estaria, então, correta a regência «conhecido para alguém»?
A regência de distinguir com entre
Encontrei a seguinte oração em um livro técnico: «No estudo das normas jurídicas, a doutrina costuma distinguir entre regras e princípios.» Achei absurda a construção. Acredito que, apesar de o verbo possuir a acepção de diferenciar coisas "entre" si, não aceita tal preposição. Ao meu ver, o correto seria «... a doutrina costuma distinguir regras de princípios». Mas ao pesquisar pela Internet, achei alguns outros exemplos deste uso. Por favor, poderiam me esclarecer se estou equivocada?
Oração subordinada completiva de nome
Na frase «Mas todos nós podemos fazer algo para prevenir este tipo de crime», o segundo elemento «para prevenir este tipo de crime» pode-se classificar como uma oração subordinada adverbial final ou como substantiva completiva? Se se verificar o primeiro caso, a oração desempenha a função sintática de modificador; se por outro lado, se verificar o segundo, a oração tem a função sintática de complemento oblíquo, certo? Agradecia um esclarecimento.
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