Biografia dos autores dos textos do Ciberdúvidas
Pesquisador do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas. Foi diretor de Estratégia Política do Todos Pela Educação (2018-2020), Consultor Sênior e Especialista em Educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (2011-2018), além de ter ocupado cargos de direção no governo do estado de São Paulo e de gerência no Ministério do Planejamento. Idealizador e cofundador do Movimento Colabora Educação, é mestre em economia política internacional, pela London School of Economics, onde estudou como bolsista Chevening, do governo do Reino Unido.
João Matias, licenciado em Antropologia Social (ISCTE), foi professor do 3.º ciclo (Viana do Alentejo) e universitário (Universidade Lusófona); foi diretor do Diário do Alentejo, redator do jornal A Bola e colaborador da Gazeta da Beira (S. Pedro do Sul), Alentejo Popular (Beja) e do Jornal do Commercio (Recife, Brasil); foi responsável pelas divisões da Cultura, do Desporto e da Educação da Câmara Municipal de Serpa, onde atualmente trabalha nas áreas do cante alentejano e do turismo.
Licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas e Portuguesa (1995), pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Docente de Latim, de Grego (durante cerca de 10 anos) e de Português (12.º ano), a assumir funções de professor cooperante na orientação da Prática de Ensino Supervisionada (PES) de Português, num protocolo com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade NOVA de Lisboa, onde frequenta o mestrado de Ciências da Linguagem, área de especialização em Consultoria e Revisão Linguística.
João Melo (Luanda, 1955) é um escritor e jornalista angolano. Foi ministro da Comunicação Social até outubro de 2020 Licenciado em Comunicação Social e mestre em Comunicação e Cultura no Rio de Janeiro, trabalhou na Rádio Nacional de Angola, no Jornal de Angola e na Agência Angola Press. Para além de membro fundador da União dos Escritores Angolanos, foi também secretário-geral e presidente da Comissão Diretiva do mesmo. Das suas obras, destacam-se: Fabulema (1986), O caçador de nuvens (1993) e Cântico da terra e dos homens (2010). Mais aqui.
Jornalista do Expresso, licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa e com Pós-Graduação em Jornalismo Multiplataforma pela mesma instituição.
João Miguel Tavares (Portalegre, 1973) é um jornalista português que colaborou no Diário de Notícias. Atualmente é colunista do Público, diretor adjunto da revista Time Out e integra a equipa ministerial do programa da SIC/Expresso Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer.
João Manuel de Castro Soromenho Nogueira da Costa (Lourenço Marques, hoje Maputo – Moçambique, 1949), professor reformado de Português e Francês.
Colaborador do blogue esQrever, dedicado a temáticas LGBTI e de género, nas suas componentes políticas, humanas e sociais.
João Paulo Coelho de S. Rodrigues, é doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (2002). Entre 2004 e 2006, foi presidente da Seção de Minas Gerais da Associação Nacional de História e é, atualmente, professor adjunto de História da América da Universidade Federal de São João del-Rei, onde coordenou a criação do Programa de Pós-Graduação em História. É pesquisador do projeto Imprensa, nacionalismo e racismo nas relações entre Argentina e Brasil (1888-1919).
João Paulo Cotrim (Lisboa, 1965) é um jornalista e escritor português, coordenador do projeto Gulbenkian/Casa da Leitura e consultor do Centro Cultural de Belém para a programação literária. Foi colaborador na SIC, na TSF e no jornal Expresso, para além de coordenador editorial da revista Ler. Escreveu guiões para filmes de animação, como Algo importante ou Um degrau pode ser um mundo, e autor de João Fazenda – Combo (2009) ou Tango (2005). Tem uma série de obras infantis publicadas, como A História Secreta de Pedro e o Lobo (2007) ou O Homem Bestial (2004).
Jornalista português (1942 — 2024), com início profissional no Serviço de Noticiários do antigo Rádio Clube Português. Correspondente da Rádio Nacional de Angola, cofundador da Telefonia de Lisboa e repórter e editor da TSF, também escreveu no suplemento A Mosca*, do Diário de Lisboa, e em A Memória do Elefante. Foi redator de O Diário, colaborador permanente do Público e de O Jornal, e ainda editor e redator principal do Diário Económico. Autor, entre outras obras, de Memórias das Guerras Coloniais, Savimbi – Vida e Morte, Diz que é uma espécie de democracia e Descolonização Portuguesa – O regresso das caravelas e do livro de ficção Romance de uma conspiração. Guionista televisivo (e.g., no documentário "), coube-lhe ainda a adaptação para teatro do romance Clarabóia, de José Saramago, em cena n' A Barraca, em 2015. Foi provedor do Ouvinte da rádio pública portuguesa de 2017 a 2021. Sobre o 25 de Abril de 1974 e o fim da guerra colonial. Cf. 10 entrevistas realizadas por João Paulo Guerra, de 1992 a 1994 + Diz que é uma espécie de currículo
* A ele se deve a expressão nacional-cançonetismo, que cunhou pela primeira vez em 1966 na rubrica “POPularucho” do suplemento A Mosca do Diário de Lisboa, numa sátira acutilante ao estilo musical dominante à época em Portugal, e em contraponto com a qualidade dos cantautores de intervenção, emergentes antes do 25 de Abril de 1974, como José Afonso, José Mário Branco e Sérgio Godinho, entre outros, que mal passavam então pelo crivo da censura do salazarismo.
Cf. João Paulo Guerra (1942-2024): jornalista e radialista morreu aos 82 anos + Morreu o jornalista João Paulo Guerra + Morreu João Paulo Guerra, antigo radialista e jornalista da TSF + Presidente da República recorda João Paulo Guerra + Memórias da mãe jornalista, ou uma homenagem a João Paulo Guerra
