José Ribeiro e Castro - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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José Ribeiro e Castro
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José Ribeiro e Castro (Lisboa, 1953) é um político e advogado português. Foi deputado à Assembleia da República, entre 1976 e 2009, e secretário de Estado adjunto de Diogo Freitas do Amaral, nos governos de Francisco Sá Carneiro e Francisco Pinto Balsemão. Em 2004, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu, onde foi vice-presidente da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais. Foi diretor-geral, diretor de informação, consultor jurídico e administrador da TVI.

 
Textos publicados pelo autor
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A propósito da visita oficial a Portugal do Presidente chinês, Xi Jiping, José Ribeiro e Castro lança dois desafios estreitamente dependentes da aproximação entre Portugal e China: um económico e outro linguístico.   

[Artigo  transcrito do jornal Público de 6 de dezembro de 2018.]

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« (...) Quando apagamos o Português na patente unitária europeia, entronizando três línguas (Alemão, Francês e Inglês), desferimos um golpe brutal. Logo no plano simbólico, intuitivo para as percepções espontâneas, quem leva a sério o Português "terceira língua europeia global", se, escolhidas três, nós não estamos? Como levar a sério se Portugal assina por baixo? Como levar a sério se Portugal assina, com quebra das garantias dos tratados? (...)»

[Segundo artigo do autor, em resposta ao artigo "A pseudodefesa do português", do eurodeputado português (PSD) Paulo Rangel. Desta mesma controvérsia, sobre a exclusão do português do sistema de patentes da União Europeia, ver ainda o segundo artigo de resposta do mesmo autor, “A bravata serôdia contra o português” + “A fraude da patente unitária europeia”+ "Portugal não deve aderir ao Acordo da Patente Europeia" + "O eurolusocídio" + "Patente da UE: um imperativo nacional" + "Estamos à altura da língua que temos? Um teste muito simples" + "Tirar as patentes ao português" + "Uma patente chamada Acordo de Londres" + "Língua portuguesa fora do regime europeu de patentes" +  "Português vai desaparecer como língua de trabalho na UE”.]

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«É no quadro europeu que, paradoxalmente, a afirmação internacional do Português não só não avança, como mais tem recuado e decaído», escreve o autor neste artigo que se transcreve com a devida vénia do jornal "Público" de 25/08/2015 – em resposta ao artigo "A pseudodefesa do português", assinado pelo eurodeputado (PSD) Paulo Rangel, também no jornal "Público".

[Desta mesma controvérsia, sobre a exclusão do português do sistema de patentes da União Europeia, ver ainda o segundo artigo de resposta do mesmo autor, “A soberania contra a língua” + “A fraude da patente unitária europeia” + "Português vai desaparecer como língua de trabalho na UE".]

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Artigo-reflexão da autoria do deputado português José Ribeiro e Castro e publicado no Diário de Notícias, em 31/05/2015, sobre «o último acto de um dossiê deplorável». Trata-se da aprovação, em 10/04/2015, pelo parlamento português, do Acordo relativo ao Tribunal Unificado de Patentes, que impõe o uso do inglês, do francês e do alemão ao regime europeu de patentes, excluindo outras línguas, entre elas, o português.

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«O Português como grande língua internacional contemporânea é, afinal, uma novidade: bem vistas as coisas, não tem ainda 40 anos. Nasceu assim com a independência das antigas colónias e a escolha inteligente dos novos países; e consolidou-se na CPLP

Artigo do principal dinamizador do Manifesto 2014 – 800 anos da Língua Portuguesa, que celebrou a 27 de junho de 2014 os oito séculos do mais antigo documento oficial escrito na nossa língua, publicado no mensário “JL” de 25 de junho de 2014.