Textos publicados pela autora
A grafia de Melchior e Baltasar (reis magos)
Pergunta: Em português, qual a correta grafia dos nomes de dois dos reis magos: "Belchior", ou "Belquior", ou "Melchior", ou ainda "Melquior"; "Baltazar", ou "Baltasar"? No caso de serem corretas as formas com ch, este vale /x/ ou /k/? A do terceiro, Gaspar, não suscita dúvidas.
Muitíssimo obrigado.Resposta: Em Portugal a grafia mais frequente é Melchior, tendo o -ch- o valor que tem na palavra chama, e Baltasar....
Um olhar sobre a TLEBS
No momento em que, FINALMENTE!, a Nova Terminologia para os Ensinos Básico e Secundário (TLEBS) parece despertar um interesse alargado, o Ciberdúvidas, que foi, durante todo o ano lectivo de 2005-2006, o espaço de discussão do documento através da resposta a todos quantos nos escreveram nesse sentido, talvez valha a pena ensaiar uma síntese das inovações que a TLEBS integra.Salienta-se, desde logo, a sua estrutura, dividida em quatro domínios....
Os modificadores,
segundo a Nova Terminologia Linguística (Portugal) Pergunta: Já está claro para mim que o antigo complemento circunstancial foi substituído pelo termo modificador. Submeto à vossa consideração a análise sintáctica desta frase: «Ontem, o João deu-lhe o livro no café.» Eis como a analiso: Sujeito: «O João». Predicado: «Ontem, deu-lhe o livro no café». Complemento directo: «o livro». Complemento indirecto: «lhe». Modificador (digo “modificador 1”, “modificador de tempo” ou simplesmente “modificador”?):...
segundo a Nova Terminologia Linguística (Portugal) Pergunta: Já está claro para mim que o antigo complemento circunstancial foi substituído pelo termo modificador. Submeto à vossa consideração a análise sintáctica desta frase: «Ontem, o João deu-lhe o livro no café.» Eis como a analiso: Sujeito: «O João». Predicado: «Ontem, deu-lhe o livro no café». Complemento directo: «o livro». Complemento indirecto: «lhe». Modificador (digo “modificador 1”, “modificador de tempo” ou simplesmente “modificador”?):...
É preferível «O candidato passei a ser eu»
A frase em análise é composta por:
Sujeito - «O candidato» Predicado - «passei a ser eu» Predicativo do sujeito - «eu»
Nem sempre o sujeito e o predicativo, embora refiram a mesma entidade, concordam em género, número ou pessoa. «Tudo o resto são mentiras» é uma frase aceitável, tal como a frase em apreço o é. Do meu ponto de vista, é, mesmo, preferível a «O candidato passou a ser eu». Até porque esta frase mantém a discordância de ......
