Pelourinho «Deitaram meu gerúndio fora» «O uso do gerúndio não é exclusivo dos brasileiros», recorda a autora neste apontamento, a propósito de um vídeo a circular nas redes sociais, no qual o músico Caetano Veloso manifesta o seu descontentamento (legítimo), por uma jornalista portuguesa que o entrevistou ter trocado o uso que faz da conjugação perifrástica «estamos passando» por «estamos a passar». Arlinda Mártires · 15 de maio de 2017 · 6K
Pelourinho A "intensão" da SIC Intenção em vez de intensão, neste erro apontado pelo autor a um rodapé descuidado do canal televisão SIC Notícias. Domingos Lopes · 4 de maio de 2017 · 3K
Pelourinho Reunir ≠ reunir-se – ou como persistir anos a fio no mesmo erro Reunir, como verbo transitivo, em vez de reunir-se, conjugado pronominalmente – um persistente erro «de anos a fio» na comunicação social portuguesa. Por desleixo e... José Mário Costa · 28 de abril de 2017 · 7K
Pelourinho «Museu Reina Sofia»... porquê? «A propósito dos 80 anos de Guernica, o emblemático quadro de Picasso alusivo à Guerra Civil espanhola, e da exposição consagrada à efeméride em Madrid, as notícias na imprensa português registaram invariavelmente o nome espanhol do museu, Reina Sofia. Reina, em português, não é rainha? (...)» José Mário Costa · 10 de abril de 2017 · 4K
Pelourinho Porquê o anglicismo cost-to-income? «(...) num cenário em que um dos desafios da banca tem sido o de conter a queda das receitas. Ou seja, o corte do cost-to-income doméstico de 82% para 45% passará sobretudo pelo “cost” e não tanto pelo “income”. (...)» [in Dinheiro Vivo, 12/03/2017] Sara Mourato · 17 de março de 2017 · 4K
Pelourinho O (des)uso do conjuntivo «É engraçado que ele está desempregado mas não está Que foi feito do modo conjuntivo nesta oração subordinada completiva? (...) Sara Mourato · 6 de março de 2017 · 5K
Pelourinho Ai a cedilha!... Uma revista destinada a um público infantojuvenil escrevendo, e logo em título escarrapachado, “conheçe” em vez de conhece!? (...) Sara Mourato · 24 de fevereiro de 2017 · 2K
Pelourinho // Estrangeirismos Master Class, porquê?! Qual o sentido de se dar um nome em inglês, Master Class, a um programa de rádio – e logo da rádio pública portuguesa, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores – que visa a «promoção da música portuguesa e, em especial, ao apoio a novos autores que componham e interpretem em língua portuguesa»? José Mário Costa · 16 de janeiro de 2017 · 4K
Pelourinho Pobre Língua «Qualquer gramática de Português indica que a preposição "de", ou as locuções prepositivas compostas por "de", não se fundem ou contraem com o artigo seguinte (definido ou indefinido) ou com um pronome quando o verbo da frase está no infinitivo», lembra o autor, neste apontamento crítico a este erro cada vez mais vulgar na imprensa portuguesa. [in blogue Causa Nossa, 2/01/2017] Vital Moreira · 4 de janeiro de 2017 · 4K
Pelourinho Lisbon Revisited «(...) A língua portuguesa não é a mais adequada para se falar da capital da famosa e mui frequentada West Coast of Europe. O Christmas Spirit, ou Geist, olorando as almas e dando leveza aos sacos das prendas, a Lisboa dos Hotéis e dos Hostels, dos Tuk-Tuk e da algaraviada de línguas, só fica bem em inglês. (...) Luís Carlos Patraquim · 26 de dezembro de 2016 · 5K