Controvérsias // Provas/Exames - 2007 Era uma vez a ortografia Tiveram lugar [em Portugal] no passado dia 22 de Maio as Provas de Aferição de Língua Portuguesa do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico em Portugal. Consultando o documento "Critérios de Classificação", disponível no sítio do Ministério da Educação, fica-se a saber que a prova, para um e outro ciclo, é constituída por duas partes. Na prime... Ana Martins · 2 de junho de 2007 · 5K
Controvérsias // Provas/Exames - 2007 Palavras soltas No exame de Português do 9.º ano [em Portugal], os critérios de avaliação permitem que um aluno possa ter dois pontos (em cinco) com «muitas insuficiências» de natureza «ortográfica, lexical, morfológica» e «sintáctica». Ou seja, em última análise, permite que um aluno entre no secundário sem saber escrever. Basta que responda com «palavras soltas», se der uma ideia que percebeu a pergunta e sugerir vagamente a resposta. Não se compreen... Vasco Pulido Valente · 2 de junho de 2007 · 4K
Controvérsias // Ter de vs.ter que Ainda à volta do «ter de…»/«ter que…» A tradição gramatical e o uso antigo A diferença entre o ter de e o ter que, neste contributo da professora Edite Prada. Vide os textos relacinados com este assunto, ao lado. Edite Prada · 1 de junho de 2007 · 15K
Controvérsias // Provas/Exames - 2007 Exames do 9.º também deixam passar erros Responder certo dá pontos. Responder certo com muitos erros também. Nos exames de Português do 9.º ano de 2006 [em Portugal], os critérios de avaliação determinaram que, nos grupos de questões em que a expressão escrita era classificada, um aluno que produzisse um discurso «com muitas insuficiências nos planos ortográfico, lexical, morfológico e sintáctico» pudesse obter dois pontos em cinco possíveis. Depois de criticarem o... Ângela Marques · 31 de maio de 2007 · 6K
Controvérsias // Provas de Aferição A escrita nas provas de aferição 1. As provas de aferição do 1.º e 2.º Ciclos, realizadas no passado dia 22 de Maio, têm, cada uma, duas partes: na primeira parte é visada a competência de leitura e os conhecimentos de gramática e na segunda parte pretende-se aferir a competência na composição textual. Nem numa parte nem na outra, por razões diferentes, são dados instrumentos rigorosos de aferição da competência de escrita. Ana Martins · 30 de maio de 2007 · 6K
Controvérsias // Provas/Exames - 2007 As provas de aferição não são provas de exame Veio a público que, nos critérios de classificação das Provas de Aferição de Língua Portuguesa do 4.º e do 6.º Ano do Ensino Básico em Portugal, não há penalização pelos erros de ortografia numa parte da prova, a que dizia respeito à Leitura, o que suscitou algumas críticas. Como ponto prévio, deverá dizer-se que as provas de aferição não são provas de exame. Aferir significa cotejar com um determinado padrão, verificar se algo está conforme... Maria Regina Rocha · 30 de maio de 2007 · 6K
Controvérsias // Provas/Exames - 2007 Que lição tirará de uma nota alta um aluno que faça muitos erros de ortografia? (…) Os erros de ortografia e construção de frases não contaram para a avaliação das provas de aferição dos 4.º e 6.º anos. Justificação do Ministério da Educação: foi de propósito. Quer dizer, não contabilizar os erros fez parte das "técnicas de avaliação". O objectivo era avaliar a "competência de interpretação". E para isso os erros seriam irrelevantes. 30 de maio de 2007 · 3K
Controvérsias // Sobre o ponto de exclamação Contra a exclamação * «Um mundo sem pontos de exclamação é um mundo de linguagem mais criativa, mais subtil, mais ambígua», escreve o autor neste artigo transcrito do jornal "Público" de 12 de maio de 2007, com a devida vénia. Pedro Mexia · 13 de maio de 2007 · 9K