Pelourinho E o culpado é o Google? Sobre o desconhecimento do léxico por parte dos profissionais da língua — mais um exemplo. Artigo publicado no semanário Sol de 11 de Outubro de 2008, na coluna Ver como Se Diz. Ana Martins · 12 de outubro de 2008 · 4K
O nosso idioma Linguagem e rigor científico Como é que é possível desenvolver e divulgar um estudo científico sem recorrer a uma metalinguagem rigorosa, unívoca e objectiva? Não é. Eis o tema desta artigo do professor universitário português Manuel Gonçalves da Silva, publicado no Diário Económico de 2 de Outubro de 2008, e que a seguir reproduzimos com a devida vénia. Manuel Gonçalves da Silva · 12 de outubro de 2008 · 9K
Pelourinho A empresa prioriza, a empresa agiliza, a empresa implementa… Crónica do jornalista português João Gobern, emitida na Antena 1, no dia 6 de Outubro de 2008, à volta do chamado "tecnocratês" em circuito fechado, de muitas sílabas e ao ritmo do império linguístico anglo-americano. João Gobern · 8 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é complemento circunstancial - II Voltando à frase ««Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatroanos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado»», analisemos a expressão «sem sela». O constituinte «sem sela» exerce, como já foi dito, uma função semelhante à dos advérbios e modificadores apositivos, e parece corresponder a um comentário por parte do locutor, adicionando informação à frase. As suas características são: Ana Carina Prokopyshyn · 6 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe Sobre o predicativo do sujeito na frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos…» É muito interessante a frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado.», pois não é totalmente pacífica a análise dos termos «deitado no pasto», «sem sela» e «relinchando». Observemos a frase. Maria Regina Rocha · 6 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é predicativo do sujeito — II [1.] O Ciber hoje ultrapassou tudo o que é de esperar nesta sua exposição pública de saberes.1 Depois de errar na descrição sintáctica duma frase, não corrige o erro, mas cria uma nova frase, cuja análise sintáctica nos apresenta e justifica. Não está certo! Virgílio Dias · 6 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é complemento circunstancial - I Retomemos a frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado» e construamos uma nova frase com os constituintes relevantes para a análise que Virgílio Dias contestou: (i) «Lépido estava deitado sem sela.» O predicativo do sujeito é a palavra ou expressão que estabelece uma relação de sentido com o sujeito, que o caracteriza; em (i), essa posição é preenchida pela forma participial deitado. Ana Carina Prokopyshyn · 6 de outubro de 2008 · 7K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é predicativo do sujeito - I Pedia-se a classificação gramatical, sintáctica e semântica dos constituintes da frase: «Lépido,filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado nopasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado.» E diz-se: «sem + sela (preposição + substantivo/complemento circunstancial de modo) Ana Carina Prokopyshyn :: 12/09/2008» Não concordo. «Sem sela» é um predicativo do sujeito. Virgílio Dias · 6 de outubro de 2008 · 5K
Controvérsias // Sintaxe Predicativo do sujeito ou complemento circunstancial? Parte da análise sintáctica incluída na resposta Classificação gramatical, sintáctica e semântica, da autoria da consultora Ana Carina Prokopyshyn, levou o consulente Virgílio Dias a manifestar-nos a sua discordância. Gerou-se assim uma pequena mas acalorada controvérsia em torno da classificação de certos constituintes preposicionados que ocorrem normalmente depois de verbos de ligação (s... 6 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho Ao correr da tecla Sobre a escrita oralizante numa recensão de cinema — um artigo de Ana Martins no Sol. A avaliação da qualidade de um jornal, em papel ou online, recai sobre os chamados "textos nobres", textos longos, elaborados sob o peso dos grandes géneros jornalísticos: a notícia, a reportagem e a entrevista. Ana Martins · 6 de outubro de 2008 · 4K