Acordo Ortográfico // Controvérsias Machado de Assis e o Acordo Ortográfico «Se, como receiam tantos portugueses, o presente Acordo Ortográfico forçar o português de Portugal a aproximar-se das variantes brasílicas não haverá nisso tanto de deriva quanto de regresso», escreve o escritor angolano José Eduardo Agualusa na revista "Ler" de Novembro de 2008, que aqui deixamos em linha, com a devida vénia ao autor. José Eduardo Agualusa · 6 de novembro de 2008 · 6K
O nosso idioma A evolução semântica de igreja, bispo, ministro e missa Artigo de Maria Regina Rocha publicado no Diário do Alentejo, na coluna "A vez ao… português", de 31 de Outubro de 2008, à volta de quatro palavras da área vocabular da Igreja Católica. Maria Regina Rocha · 2 de novembro de 2008 · 9K
O nosso idioma Gravemente doente Sobre o papel das "metáforas conceptuais" na caracterização da crise económica mundial — um artigo de Ana Martins no Sol. Quando Manuela Ferreira Leite era ministra das Finanças, referiu-se, várias vezes, a certos indicadores económicos como sintomas de uma doença que estava a ter tratamento. Ana Martins · 31 de outubro de 2008 · 3K
Acordo Ortográfico // Notícias Brasil/Portugal Falta acertar data para nova ortografia nos documentos oficiais A adopção da nova ortografia nos documentos oficiais de Portugal e Brasil depende apenas da definição de uma data, disse o primeiro-ministro português, no âmbito da IX Cimeira Luso-Brasileira, mas Brasília garante que avança já em 2009. Na terça-feira, num discurso após a reunião com o presidente brasileiro, Lula da Silva, em Salvador, José Sócrates salientou que Portugal e Brasil estão empenhados na promoção da língua portuguesa nos fóruns internacionais e referiu que falta apenas ac... 29 de outubro de 2008 · 2K
Diversidades Pontes sólidas O galego e o português — que relação de parentesco? E que implicações institucionais estão envolvidas nesta reflexão? É o tema deste artigo de Fernando Venâncio. Nenhum linguista português afirma hoje a identidade de português e galego. Alguns, e importantes, como Ivo Castro e Clarinda de Azevedo Maia, proclamam mesmo, alto e bom som, que são línguas diferentes. Observa-se, até, uma geral retracção em afirmar que elas tenham sido, algum dia, a mesma. Fernando Venâncio (1944-2025) · 28 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho Também tu? Sobre a responsabilidade acrescida da agência Lusa no que toca a boas práticas de redacção — um artigo de Ana Martins no Sol. Sem querer fazer deste espaço uma coutada de caça ao erro, tenho trazido para reflexão vários temas com recurso a diferentes exemplos de erros e abusos linguísticos, retirados de vários jornais portugueses. Ana Martins · 26 de outubro de 2008 · 2K
Pelourinho A confusão dos biliões Texto do jornalista Rui Cartaxana, inserto na página da Internet do jornal desportivo português Record do dia 25 de Outubro de 2008, sobre uma recorrente troca dos "mil milhões" pelo "milhão de milhões", que é a norma seguida em Portugal — ao contrário do estipulado no Brasil e nos EUA. Rui Cartaxana · 26 de outubro de 2008 · 8K
Pelourinho Tratos de polé O provedor do leitor do jornal Público volta ao tema dos erros no diário português que se reclama de referência — alguns verdadeiros "tratos de polé dados à língua portuguesa". Artigo inserto na edição de 19 de Outubro de 2008, sob o título original "Minudências maiores". Joaquim Vieira · 24 de outubro de 2008 · 4K
Lusofonias Novamente o português, língua da Europa Uma reflexão e um voto de confiança no estatuto universal da língua portuguesa — é o que propõe Ribeiro e Castro. O desafio continua a ser afirmar o português como uma das principais línguas de comunicação global da Europa José Ribeiro e Castro · 21 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho Pessoa às voltas no túmulo Que reacções merece a omnipresença de erros de língua na imprensa? É o que questiona este artigo. Em pouco mais de dez minutos de consulta da imprensa online diária, detectei, sem intenção, três erros grossos: «Taxas Euribor caiem pelo segundo dia consecutivo» (Diário Digital, 14/10/08) – o correcto é caem.«Os banqueiros portugueses defendem a necessidade dos bancos se puderem financiar» (Sol, 14/10/08) – o correcto é de os, e o que a seguir devia estar escrito era poderem e não puderem. Ana Martins · 20 de outubro de 2008 · 3K