Pelourinho Resíduos Revisores de texto residuais, editores residuais, chefes de redação e diretores residuais – as razões apontadas pelo jornalista Wilton Fonseca sobre «a maré de erros que ameaça afogar [um] jornal (…) que já teve um alto padrão de qualidade.» Wilton Fonseca · 16 de dezembro de 2011 · 3K
O nosso idioma // Estrangeirismos Retrossexual Depois do metrossexual, já dicionarizado, parece surgir agora o termo retrossexual, neologismo proveniente do inglês e aparentemente formado pela aglutinação das palavras retrograde (retr... Paulo J. S. Barata · 13 de dezembro de 2011 · 6K
Pelourinho Mais plural Crónica publicada no diário português “i” de 9/12/2011 ainda à volta de nomes do Governo português e de tropeções na concordância verbal numa notícias de jornal. Wilton Fonseca · 9 de dezembro de 2011 · 3K
Pelourinho // Apelidos plurais Um Governo cheio de plurais Um caso de falta de atenção às regras de formação do plural e à sua utilização — aqui apontado pelo jornalista Wilton Fonseca, na sua coluna Ponto do i, no diário i, de 2/12/2011. Que não haja dúvidas: o Governo [português] é pluralista e plural. Só nomes plurais foram nele admitidos: é o Passos, o Portas, o Relvas, a Cristas, o Santos (Pereira), o (Mota) Soares. Wilton Fonseca · 2 de dezembro de 2011 · 5K
Antologia Da minha língua vê-se o mar Excerto do texto «A Voz do Mar», lido por Vergílio Ferreira em 1991, na cerimónia em que lhe é atribuído o Prémio Europália (Bruxelas), um discurso manifestamente de afirmação da língua portuguesa como reflexo da cultura de um povo cuja identidade é indissociável do mar. Destaca-se daí uma frase lapidar – «Da minha língua vê-se o mar» (...) Vergílio Ferreira · 28 de novembro de 2011 · 20K
Controvérsias // Euronews Euronews: contra o apagão A decisão de a RTP deixar de garantir o financiamento da emissão em português no único canal de televisão europeu colocaria Portugal «não na segunda, mas na terceira divisão da competição linguística europeia, atrás, pelo menos, de 12 outras línguas» — escreve, e insurge-se, o presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, do parlamento português. Artigo publicado no jornal Público de 28/11/2011. José Ribeiro e Castro · 28 de novembro de 2011 · 6K
Pelourinho Estrangeirismos, neologismos, tecnicismos e vulgarismos na linguagem do jornal Palavras de uso menos corrente... «Não consigo compreender como é tão necessário recorrer a estrangeirismos (…) para expor ideias e opiniões. (…) Compro o jornal e não percebo o que lá vem escrito.» À queixa-crítica de um leitor do diário português “Público”, responde o respetivo provedor, na sua crónica de 27/11/2011, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia. José Queirós (1952-2019) · 27 de novembro de 2011 · 8K
O nosso idioma // literatura Gramática: o verbo Um poema retirado de A Matéria do Poema, do poeta português Nuno Júdice, num tom informal e leve, sobre a importância do verbo (principal e auxiliar) e da voz (ativa e passiva) no discurso e o valor expressivo dos modos e dos tempos das diferentes conjugações. Principal ou auxiliar, é o verbo que faz mover o discurso, dando à existência a sua qualidade activa, e transformando-a no ser idêntico que reúne em cada sujeito e estado, sem distinguir uma ideia de outra. Porém, a Nuno Júdice · 26 de novembro de 2011 · 7K
Pelourinho // Neologismos Redundâncias Algumas das redundâncias mais repetidas nos media portugueses. «[São] como os juros que os bancos nos pagam pelos nossos depósitos (à ordem ou a prazo). Não acrescentam nada ao capital inicial. Um investimento linguístico a evitar.» Crónica do jornalista Wilton Fonseca no jornal i de 25/11/20011, que aqui se transcreve na íntegra, com os devidos agradecimentos ao autor e ao matutino lisboeta. Veio no jornal: «Testemunhas oculares garantiram ontem ter visto entrar na Somália tropas da Etiópia.» Wilton Fonseca · 25 de novembro de 2011 · 7K
Antologia Os neologismos mais que perfeitos «Um povo que deixa o seu idioma degradar-se, aceitando todo o tipo de estrangeirismos, contributos desnecessários, em breve estará de joelhos.» Extrato do livro Milagrário Pessoal, de José Eduardo Agualusa. A nós interessam-nos as palavras novas, disse eu. lara trabalha com neologismos. Selecciona os neologismos que devem ser dicionarizados. Alexandre Anhanguera estremeceu, trocou um rápido olhar com Plácido Domingo. José Eduardo Agualusa · 22 de novembro de 2011 · 6K