O nosso idioma // Antroponímia Mas como é que te vou chamar? Em Portugal até já se pode dar já o nome de Manel, Chico, Clarinha a uma criança. E até nomes estrangeiros, como Choloe: Nem ninguém impede os pais de escolherem Modesto para antropónimo da sua criança – ou Neótoles, ou Abelâmio, ou Amor, ou Betsabé, ou Clemência. Porquê? E qual a influência da televisão – e em particular das telelenovelas – na escolha dos nomes próprios das crianças portuguesas, nos dias que correm? [trabalho publicado no jornal "Correio da Manhã" de 9/10/2016, com a devida vénia pela sua transcrição integral, a seguir.] Marta Martins Silva · 10 de outubro de 2016 · 4K
Ensino Cursos em linha para Português como Segunda Língua Tradução do resumo da comunicação intitulada "Online Courses of Portuguese as a Second Language. Closing the Gap with Blended Learning in Mainstream Education" (tradução livre: "Cursos em linha para Português como Segunda Língua. Reduzindo discrepâncias com a aprendizagem mista no ensino regular"), que Carla Barros Lourenço (Direção-Geral da Educação, Ministério da Educação) e Ana Sousa Martins (Ciberescola/Cibercursos da Língua Portuguesa) apresentaram à 7th International Conference on Computer Supported Education (7.ª Conferência Internacional de Educação assistida por Computador), que se realizou em Lisboa, de 23 a 25 de maio de 2015. Também se inclui o acesso ao texto integral em inglês, publicado nas atas do referido encontro. (...) Ana Martins, Carla Barros Lourenço · 7 de outubro de 2016 · 3K
Ensino // Ensino à distância Estudo autónomo programado em sala de aula: o caso do projeto Ciberescola.com Texto em que a autora, Ana Sousa Martins, coordenadora da Ciberescol/Cibercursos da Língua Portuguesa, evidencia como a construção do projeto Ciberescola da Língua Portuguesa, no contexto do ensino do Português Língua Não Materna (PLNM) no ensino básico e secundário em escolas públicas portuguesas, tem assentado grandemente na estimulação da aprendizagem autónoma, permitindo defender que este modelo, concebido e aplicado especificamente para o PLNM, é exportável para outras disciplinas (artigo publicado na revista Nova Ágora, n.º 5, setembro de 2016). Ana Martins · 7 de outubro de 2016 · 7K
Lusofonias // Política da língua «Será em África que teremos mais falantes de português» «A língua portuguesa é a quarta mais falada no mundo, e se «a língua é poder» não lhe basta ser, é preciso ser reconhecida como tal» – diz a presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho, em entrevista ao semanário Expresso, de 1/10/2016. Christiana Martins · 3 de outubro de 2016 · 4K
O nosso idioma // Tabuísmos Idiota Alguns insultos recorrentes no discurso político-mediático, em Portugal , neste texto assinado pelo jornalista Luís M. Faria, publicado na sua coluna "Altifalante – Nas Entrelinhas", in revista do semanário Expresso, de 1 de outubro de 2016. Luís M. Faria · 3 de outubro de 2016 · 6K
Lusofonias // Política da língua O potencial da língua que maltratamos «Uma conferência sobre os 30 anos de Português na União Europeia [realizada em Lisboa em 26/09/2016, no Museu do Oriente], não mereceu atenção da imprensa diária, que por acaso precisa dessa matéria-prima para trabalhar. Mas isto é apenas o corolário da falta de estratégia a que nos últimos 40 anos os sucessivos governos têm votado o português. (...)», escreve o jornalista Nicolau Santos, neste artigo publicado no semanário Expresso de 1/10/2016, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia. Nicolau Santos · 3 de outubro de 2016 · 5K
Controvérsias // Fonética Andamos ou andámos? O jornalista Nuno Pacheco lembra que, em Portugal, se distingue andamos (presente do indicativo) de andámos (pretérito perfeito do indicativo), e observa: «O andamos, em Portugal, quer dizer que ainda andam; já o andámos remete, de imediato, para um passado indefinido: podem ter andado juntos há meses ou até há anos, mas não andarão juntos agora. A abolição impensada do sinal diacrítico (o acento) cria uma confusão escusada entre passado e presente e troca a clareza pela ambiguidade.» Apontamento transcrito da edição de 30/09/2016 do jornal "Público" – a que juntámos um esclarecimento final sobre esta particularidade regional da pronúncia das citadas formas verbais, em Portugal. Nuno Pacheco · 3 de outubro de 2016 · 14K
Acordo Ortográfico // Controvérsias As palavras e os (f)actos O jornalista e escritor Viriato Teles critica o Acordo Ortográfico, contestando o propósito de unificação linguística que lhe está associado: «[...] querer “unificar” a língua através da ortografia, abastardando a etimologia e impondo umas absurdas e inexplicáveis “facultatividades”, é um disparate incomensurável e só pode resultar no inverso do que pretende.» Texto transcrito da edição de 30/09/2016 do jornal Público. Viriato Teles · 3 de outubro de 2016 · 3K
O nosso idioma // O português nos 8 países da CPLP Serviço público da língua portuguesa «A língua portuguesa tem uma difusão planetária», recorda neste texto* o antigo ministro da Educação português e atual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Guilherme d'Oliveira Martins, avisando: «Tal obriga [a] que as instituições de ensino superior e de investigação, em especial as que se dedicam à cultura e à defesa do nosso idioma, desenvolvam ações articuladas, coerentes e persistentes, em ligação com os Estados que usam o português como língua oficial, bem como com as instituições da sociedade civil, no sentido de pôr em comum as ações necessárias com vista à preservação, salvaguarda e desenvolvimento da língua e da cultura. (...)» * in jornal Público de 26/09/2016 Guilherme d'Oliveira Martins · 26 de setembro de 2016 · 3K
Pelourinho Como (não) "implementar" «esforços "endividados"» Desde quando se endividam esforços? E lá veio, de novo, o implementar – que serve para tudo e... para nada. Filipe Carvalho · 25 de setembro de 2016 · 3K