Novamente figa e "manus ficae"
Não sei a origem da expressão, mas a possível explicação de que viesse do latim «mano fico» não me satisfez, porque em latim, e quando se diz latim, sem mais, se entende latim clássico, essa construção seria impossível. Algo como manus ficae faz mais sentido.
Cumprimentos ao Ciberdúvidas.
A forma da conjugação pronominal sede-o (verbo ser)
Trata-se aqui de dizer um texto setecentista francês, onde naturalmente predomina a segunda pessoa do plural. A dúvida foi-me suscitada hoje, já que a tradução em causa utiliza a conjugação que eu própria considerava correcta e que é, pelo menos enquanto não me habituar à ideia, mais confortável à elocução. A frase em causa é a seguinte: «E se não vos sentis tocado pelo vosso interesse, sede-lo ao menos pelos meus rogos...» Uma opinião altamente qualificada defende que a forma correcta do imperativo será «sede-o». A verdade é que não me convenceu completamente, mas abalou irremediavelmente a minha certeza. Agradeço desde já a vossa ajuda.
O uso da palavra permeabilidade
Qual é o significado de se afirmar que se tem "permeabilidade" a uma ideia? Poderá ser o de não estar receptivo à ideia? Ou seja, "ela" passar pela pessoa e não fica retida? Ou será que significa que a "ideia" entra facilmente? Ou ainda uma outra hipótese, porventura?
O atributo na TLEBS
Gostaria de saber que função desempenha o atributo da terminologia tradicional na TLEBS, uma vez que numa brochura distribuída pelo Ministério se afirma que a função de complemento adjectival não é uma entrada da TLEBS.
«Acesso a» e «gestão de»
«A interface de utilizador remoto permite aos utilizadores um fácil acesso e gestão de qualquer dispositivo de impressão ligado à rede.»
Os substantivos acesso e gestão pedem preposições diferentes («acesso a» e «gestão de»). Ora, uma vez que eu quero juntá-los, porque se referem os dois a «qualquer dispositivo», como poderei fazê-lo sem cair na repetição?
Ainda a palavra inglesa "inedible"
A palavra inglesa inedible é de origem latina (em latim edere — «comer»), que tem como cognatos edule, edulo e edível em português. Estava-me perguntando se não será possível, ainda que não estejam dicionarizadas, dizer "inedule", "inedulo" e "inedível".
O verbo saber com complemento oblíquo
Considerando a frase de Felizmente Há Luar!, de Sttau Monteiro, «Que sabe você de meu primo?», gerou-se uma certa discussão entre os meus pares, defendendo uns que «de meu primo» terá a função de complemento oblíquo, e outros que estamos perante um modificador do verbo.
Peço-vos uma opinião sobre esta questão.
Agradecendo antecipadamente.
Os nomes gesto e sorriso
Como classificar, tendo em conta a nova terminologia linguística, os nomes gesto e sorriso?
Convolação + corporativo
Gostaria que me dissessem qual o significado jurídico dos termos convolação e corporativa.
Obrigada pela disponibilidade.
Complemento circunstancial e complemento oblíquo
Na frase «O João suspeita do sócio», «... do sócio» é , segundo a nova terminologia linguística [Dicionário Terminológico], um complemento oblíquo. E segundo a gramática antiga? Como é que podemos classificar este elemento da oração?
