O idioma que não soube morrer
Textos publicados pelo autor
O idioma que não soube morrer
"Manteu" em lugar de manteve e outros erros
Sobre as incorreções por analogia e simplificação
«Sem a consolidação saudável de uma relação consciente com a norma-padrão como instrumento histórico de estabilidade e expansão expressiva da língua, perderemos de vista a diversidade natural das suas formas de realização» – defende o gramático Fernando Pestana nesta publicação no Facebook (18/06/2026), a propósito de erros produzidos por regularização analógica e simplificação morfológica. ...
«Chegar em casa» vs. «chegar a casa»
Um caso de non sequitur
«Nem sempre a fala do brasileiro (inclusive culto) converge com a sua escrita. Há níveis e escolhas. A escrita monitorada exige filtros de estabilidade que a fala dispensa.» No rescaldo da polémica gerada pela ideia de "língua geral" sugerida pelo escritor angolano Eduardo Agualusa, republica-se com a devida vénia e com adaptações um texto do gramático brasileiro Fernando Pestana (Facebook, 11/06/2026), o qual rebate o artigo de opinião do jornalista Sérgio Figueiredo (Folha de S. Paulo, 10/06/2026), que...
Palavras do futebol no Brasil e em Portugal
no 75.º episódio de "Ciberdúvidas Responde"
Há diferenças?...
Valor possessivo do pronome me
Pergunta: Qual a função sintática do pronome me na seguinte oração?
«O infeliz arrojou-se-me aos pés.»
É correto analisar os pronomes se e me como, respectivamente, parte integrante do verbo e adjunto adnominal (adjunto do nome pés)?
Obrigado pela atenção!Resposta: A análise do consulente está correta.
Segundo o Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft, o se de...
