Controvérsias As "certezas" da terapêutica verbal O texto «Um consultório sem fala» assinado pelo senhor Pedro Peres, linguista ao que parece, não pode passar sem o seguinte comentário: com a frase «A linguística é o estudo da língua como ela é e não como se gostaria que ela fosse» estou plenamente de acordo. É, porém, um dado adquirido que, se não fossem os «caturras», mais ou menos «gramaticões», que sempre houve desde que existem línguas escritas, a linguagem, expressa nas milhentas línguas do género humano, teria evolucionado muitíssimo ... F. V. Peixoto da Fonseca (1922-2010) · 14 de março de 1997 · 3K
Controvérsias // O neologismo deslocalizar Deslocalizar: "mea culpa" José Neves Henriques clarifica a sua anterior resposta sobre este tema – acolhendo os argumentos do consulente A. Mendes da Costa, com o texto Em defesa de deslocalizar. Uma controvérsia, esta que contou ainda com a participação de Amílcar Caffé com o texto Contra a «deslocalização». José Neves Henriques (1916-2008) · 14 de março de 1997 · 3K
Controvérsias // O neologismo deslocalizar Em defesa de deslocalizar José Neves Henriques começou por considerar desnecessário o neologismo "deslocalizar". Respondeu, contrariando-o o consulente A. Mendes da Costa com este texto – que, no entanto, mereceu a discordância de Amílcar Caffé com o texto Contra a «deslocalização». A. Mendes da Costa · 14 de março de 1997 · 3K
Controvérsias Sociais-democratas Contrariando autores que defendem o plural social-democrata – nomeadamente José Pedro Machado –, José Neves Henriques alinha neste texto cinco razões para se «expulsar da nossa língua» essa forma. José Neves Henriques (1916-2008) · 7 de março de 1997 · 5K
Controvérsias Social-democratas Contrariando Rebelo Gonçalves e outros autores, José Pedro Machado justifica nete publicado a razão de o plural de social-democrata ter de ser social-democratas. José Pedro Machado · 7 de março de 1997 · 4K
Controvérsias Um consultório sem fala A linguística não é complemento da norma, nem a pode englobar. A linguística é o estudo da língua como ela é e não como se gostaria que fosse. A história, a filosofia, a sociologia da linguagem podem estudar a norma enquanto elemento externo à língua, enquanto ideologia, mas - sob o risco de se anular - os linguistas nunca deveriam colaborar com a sua imposição, em produtos como o Ciberdúvidas. Pedro Peres · 28 de fevereiro de 1997 · 2K
Controvérsias Lingüística: um estorvo à aprendizagem da Língua Portuguesa Para fixar inúteis, pretensiosas e ridículas bizantices, perde o estudante o tempo que deveria dedicar ao conhecimento efetivo da língua. A vida moderna não pode dar guarida ao que a desvia do seu destino profissional e técnico. O ensino do vernáculo nas escolas secundárias do Brasil, como o é nas da Inglaterra, da França, da Alemanha, dos Estados Unidos da América, da Rússia, deve ser utilitário, e não provocador de diploma enganador. Que proveito traz à nação brasileira ensinar à sua gente ... Napoleão Mendes de Almeida · 28 de fevereiro de 1997 · 6K
Controvérsias Quando "se" é, inequivocamente, um pronome pessoal reflexo com a função de complemento direto * Ainda sobre a controvérsia suscitada pela resposta A construção impessoal reflexa, de Virgílio Catarino Dias, recebemos este texto da professora Dora Patrício Gamboa. Só um esclarecimento suplementar, que foi já pres... Dora Patrícia Cambóia · 0 de de · 11K
Controvérsias O «se» das contruções impessoais reflexas À volta da questão colocada pela professora Isabel Santiago sobre a análise da frase «Diz-se que o João é bom aluno?» e da função sintática de «se», há vários pontos de vista. Fernando Bueno apresenta a sua perspetiva em A Construção impessoal reflexa, outra vez I. Virgílio Catarino Dias responde: A Construção impessoal reflexa, outra vez II. João de Brito encara de outro modo a análise do «se» e das predicações em «O predicativo do sujeito e o se das construções impessoais reflexas» I. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 0 de de · 4K
Controvérsias "Open-space" Malaca Casteleiro é um incompreendido. As palavras que estão no centro da polémica, usadas até agora correntemente em noticiários de língua portuguesa, nunca foram mais estrangeiras! O jornalista que até à publicação do dicionário as dizia e escrevia com a maior das fluências, agora depara-se com uma barreira que sempre procurou evitar e que consiste no facto de as ditas palavras não serem português. João Moura · 0 de de · 7K