Controvérsias // O português e as patentes europeias A pseudodefesa do português «Esta guerra em pretensa defesa da língua portuguesa [no regime de patentes da União Europeia, que a limitou ao inglês, ao francês e ao alemão] não passa de uma bravata serôdia», escreve neste artigo o eurodeputado português (PSD) Paulo Rangel, contestando posições diametralmente opostas, nomeadamente as do ex-deputado do CDS José Ribeiro e Castro e dos 2500 subscritores da petição contra a exclusão do português. Paulo Rangel · 18 de agosto de 2015 · 3K
Controvérsias // Jornalismo vs. política Ah, o jornalismo! «O atual jornalismo esquece-se de que o discurso político é uma linguagem que exige consciência crítica» – é uma das conclusões do crítico literário português António Guerreiro, em artigo, transcrito, com a devida vénia, do jornal Público, dia 17 de julho de 2015. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945. António Guerreiro · 31 de julho de 2015 · 4K
Controvérsias // O português e as patentes europeias Estamos à altura da língua que temos? Um teste muito simples Artigo-reflexão da autoria do deputado português José Ribeiro e Castro e publicado no Diário de Notícias, em 31/05/2015, sobre «o último acto de um dossiê deplorável». Trata-se da aprovação, em 10/04/2015, pelo parlamento português, do Acordo relativo ao Tribunal Unificado de Patentes, que impõe o uso do inglês, do francês e do alemão ao regime europeu de patentes, excluindo outras línguas, entre elas, o português. José Ribeiro e Castro · 1 de julho de 2015 · 4K
Controvérsias // O português em Angola «Errar, é humano» «Tal como no trânsito rodoviário, aos donos pertencem os carros, mas todos devem obedecer ao Código de Estrada.» «Há incorreções, muitas e variadas, que, de tão usadas pelos falantes, passaram a ficar atestados na língua – é o caso de "bêbado", variante popular de bêbedo, há muito registada nos dicionários.» Mas – anota o autor nesta reflexão à volta dos usos do português em Angola – «ainda cabe à gramática a responsabilidade de criar fronteiras e limites, para que cada um de nós não saia para aí a falar de forma arbitrária, atropelando todas as regras, criando mesmo situações de incompreensão.» Por exemplo, na "proibição", absoluta, da vírgua entre o sujeito e o predicado. Edno Pimentel · 28 de maio de 2015 · 8K
Controvérsias // Humano vs. humanitarismo «Crise humanitária», expressão válida? Sim, responde o nosso consultor D’Silvas Filho, concordando com a recomendação1 da Fundación del Español Urgente (Fundéu), como fazíamos referência na Abertura de 13/04 p.p. Muito diferente – acrescenta – de «tragédia “humanitária”, que vai mais longe no sentido pretendido: há nesta expressão desumanidade (podendo ser intencional: atrocidade, crueldade, selvajaria, ou incidental com os mesmos efeitos).» D´Silvas Filho · 12 de abril de 2015 · 8K
Controvérsias "Jihadistas" contra jiadistas Jiadistas, e não “jihadistas” – recomendou-se no Ciberdúvidas, por diversas ocasiões e a pretexto da atualidade internacional, dominada nos meios de comunicação social pelas execuções do denominado Exército Islâmico, no Iraque e na Síria. 27 de outubro de 2014 · 5K
Controvérsias Porquê jiadista, e não "jihadista" Versão integral da carta enviada ao semanário Expresso, que a publicou (com cortes de vários extratos) na edição de 25 de outubro de 2014 – em resposta ao que escrevera uma semana antes a colunista Ana Cristina Leonardo, no caderno Atual, sobre o Ciberdúvidas e o que aqui se recomendava quanto à grafia “jihadista"/jiadista. Acrescentou-se, no fim, uma nota a este esclarecimento. José Mário Costa · 26 de outubro de 2014 · 8K
Controvérsias E pur si muove! «Burocratas lexicológicos» são os que advogam o correto aportuguesamento para a palavra jiadista, em vez da forma anglicizada "jihadista" – sustenta a autora, nesta crónica publicada no caderno "Atual" do semanário "Expresso" de 18/10/2014, visando asperamente o Ciberdúvidas. [Cf. O contraponto desta polémica em: Porquê jiadista, e não "jihadista".] Ana Cristina Leonardo · 26 de outubro de 2014 · 6K
Controvérsias Razões q.b. para recusarmos o barbarismo "precaridade" Transcrito numa notícia do Público de 12/08/2014, o emprego do barbarismo “precaridade” (em vez da forma recomendada: precariedade) num relatório do Tribunal de Contas português, desencadeou várias intervenções, tanto no jornal em causa como no jornal i. A saber: 1) Uma referência do provedor do leitor do Público, dando conta do erro assinalado por um leitor: Pois, pois. (...) 1 de setembro de 2014 · 6K
Controvérsias Precariedade, sem aspas A crónica do autor publicada no jornal “i” do dia 23 de agosto de 2014, sobre o emprego das aspas tinha uma referência ao barbarismo “precaridade”, (mal) empregado num relatório do Tribunal de Contas português. Dicordante da crítica, o seu diretor-geral alegou a sua atestação dicionarística (ver em baixo1) – e, daí, o seu uso comum. É exatamente ao contrário, como se comprova a seguir. Wilton Fonseca · 1 de setembro de 2014 · 7K