Início Português na 1.ª pessoa Controvérsias Ensino
Polémicas em torno de questões linguísticas.
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«(...) Os métodos de classificação [dos exames dos 9.º e 12.º anos, em Portugal] – que este ano tiveram a lamentável novidade de uma supervisão online, geradora, a meu ver, de um distanciamento maior entre classificadores e de um efeito de obediência muito musculado – são distintos entre docentes, ainda que se tente criar a sensação de que, perante cenários ou exemplos de resposta, descritores de níveis de desempenho e uma mesma resposta de um aluno, a pontuação atribuída por um número invariável de docentes possa ser infalivelmente a mesma. Não é. Em Português não é, nem pode ser. (...)»

[António Jacinto Pascoal, "Público", 31/08/2016]

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«(...) Com a enxurrada de questões inócuas de gramática e exercícios de audição que infantilizam e tornam artificial o próprio acto de ouvir (não percebem que os adolescentes acham ridículo semelhantes práticas de ensino?), e de escrever, este tipo de provas fere de morte o ensino do português (...)», escrevo autor neste artigo-reflexão sobre os resultados das provas de aferição de Português para 8.º ano de escolaridade, em Portugal.

[in de 10 de agosto de 2016, com o título "Provas de aferição: para uma reflexão sobre o acto de ensinar".]