Acordo Ortográfico // Controvérsias O y do rey Na década de 1770, o Marquês de Pombal pediu aos censores do rei que tomassem uma decisão entre as várias propostas de ortografia que então surgiam — a de Luís António Verney, a de António José dos Reis Lobato e a de João Pinheiro Freire da Cunha, entre outras — para que a coroa a pudesse utilizar nos seus documentos oficiais. Depois de dois anos em discussão, os censores discordavam de quase tudo e baixaram os braços. Rui Tavares · 15 de abril de 2008 · 5K
Pelourinho Morto, matado e morrido O nosso leitor Amadeu Silva está convencido — ou convicto — de que o correcto é: «O Benfica tem ganhado» e não «O Benfica tem ganho». E é disso mesmo que tem procurado convencer os seus amigos. Mas, apesar dessa convicção, o leitor pergunta-nos se ele tem ou não razão. Ana Martins · 14 de abril de 2008 · 10K
Acordo Ortográfico // Controvérsias «O Acordo Ortográfico tem uma dimensão estratégica» Declarações do embaixador de Portugal em Brasília, Francisco Seixas da Costa, em entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, emitida também na RTP 2. O que é que facilitou ter-se agora chegado a um novo compromisso sobre o Acordo Ortográfico: a saída da anterior ministra da Cultura ou o apelo do Presidente da República? 14 de abril de 2008 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Acordo Ortográfico à lupa no parlamento português Catedráticos, linguistas e editores foram chamados à Assembleia da República por causa da querela à volta do Acordo Ortográfico. Com a devida vénia, ficam aqui em linha os quatro textos publicado pelo jornal português Público, mais o artigo de opinião do professor Adriano Moreira, A Língua Portuguesa, no Diário de Notícias do mesmo dia. 11 de abril de 2008 · 5K
O nosso idioma // Fonética À volta da(s) pronúncia(s) e da acentuação Segundo a norma-padrão O falar de cada região em Portugal, abordado neste artigo da autoria da professore Maria Regina Rocha, transcrito, com a devida vénia, do Diário do Alentejo do dia 11 de Abril de 2008, na coluna A Vez… ao Português. Maria Regina Rocha · 11 de abril de 2008 · 13K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Acordo Ortográfico: a perspectiva do desastre Começo por agradecer o honroso convite que me foi dirigido para usar da palavra nesta conferência internacional que hoje decorre na Assembleia da República. A relevância para o interesse nacional da matéria agendada é evidente. Outros casos porventura mereceriam tratamento semelhante. Estou a pensar na TLEBS, cuja revisão suponho estar concluída, e permito-me formular a correspondente sugestão aos meus colegas deputados. Vasco Graça Moura · 11 de abril de 2008 · 9K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (pró) Acordo Ortográfico: para além de Portugal 1. Começo por três afirmações preliminares. Primeiro: uma declaração de desinteresses. Não tenho interesses económicos, dependências políticas ou outras, quando me dedico a analisar a questão do Acordo Ortográfico; aliás, as minhas posições nesta matéria não são novas, já que as defendo desde 1990. Segundo: uma declaração de interesse. (...) Carlos Reis · 11 de abril de 2008 · 8K
Acordo Ortográfico // Controvérsias O significado de não-acordo Mais uma discussão sobre o Acordo Ortográfico, mais uma volta no carrossel da confusão, da chantagem emocional e do catastrofismo. Esgrimem-se todos os argumentos possíveis, da suposta inconstitucionalidade do acordo (negada pelos constitucionalistas) à «destruição virtual da própria noção de ortografia» (segundo Vasco Graça Moura) e, pasme-se, aos gastos que as famílias portuguesas terão de fazer em novos livros. Há quem fale em milhõe... Rui Tavares · 9 de abril de 2008 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Trisar no indefensável vs. Bisar no erro O escritor e poeta Vasco Graça Moura replica aqui ao constitucionalista Vital Moreira, que, no Causa Nossa, acusava-o de «insistir no erro de considerar ilegal a ratificação do Protocolo modificativo de 2004» do Acordo Ortogáfico, em vias de ratificação parlamentar em Portugal. 9 de abril de 2008 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias «Mudança que se enquadra numa política de língua internacional» O ministro da Cultura [português], José António Pinto Ribeiro, afirmou hoje que vai haver um prazo alargado para a aplicação do acordo ortográfico para que «não haja rupturas desnecessárias». «O cumprimento não se faz de um dia para o outro. Há professores que têm de ser formados, há “curricula” que tem de ser elaborados. Tudo será feito com tempo e ordem», sublinhou o ministro da Cultura, à margem da tomada de posse da nova Direcção-Geral das Artes e do subdirector da Cinemateca. José António Pinto Ribeiro · 9 de abril de 2008 · 6K