Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Olá (nada) fresquinho «"Ganhas-te" um brinde Olá» e «Já "experimentas-te" os chocolates Olá?» são duas frases que se podem ler num cartaz da Olá* produzido especialmente por aquela marca para o Dia Mundial da Criança de 2014. Ou seja, ganhas-te aparece por ganhaste (pretérito perfeito do indicativo de «ganhar») e experimentas-te por experimentaste (pretérito perfeito do indicativo de «experimentar»). Paulo J. S. Barata · 4 de junho de 2014 · 12K
Acordo Ortográfico // Notícias «Palavras de todas as cores para usar do Minho a Timor» Trabalho publicado no jornal português i, em 2/06/2014, sobre o lançamento da plataforma que acolhe o Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (VOC), bem como os vocabulários ortográficos nacionais dos países que têm o português como língua oficial (CPLP). Nele incluído, transcreve-se igualmente (em baixo) uma curta entrevista com o diretor executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, Gilvan Müller de Oliveira. Manteve-se a antiga ortografia usada no original. Marta Cerqueira · 2 de junho de 2014 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público «"Tive" angustiado» «Não, Professor, foi horrível, tinha sido pai dias antes e, enquanto estive no país tropical, tive angustiado a pensar o dia todo no meu filho e na minha mulher». Opinião, Alexandre Real, OJE, n.º 1645, 20 de maio de 2014, p. 12 Paulo J. S. Barata · 30 de maio de 2014 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «Sempre que "viemos" aqui, "vimos" um filme» A confusão, também no português coloquial em Angola, das formas verbais dos verbos vir e ver – em mais uma crónica do autor publicada no semanário “Nova Gazeta”, de 29/05/2014. É para lá que muitos [em Luanda] se deslocam aos fins-de-semana para se divertir. As criancinhas mal podem esperar que sexta-feira se aproxime para então deliciarem-se com as belíssimas natas, os deliciosos batidos de leite (mais conhecido por ‘milkshake’), ou o favorito de todas as criancinhas: o hambúrguer da Bob’s. Edno Pimentel · 29 de maio de 2014 · 13K
Pelourinho Linguicida Ainda à volta do neologismo austericida frequentemente utilizado pela eurodeputada portuguesa Ana Gomes, reeleita pelo Partido Socialista, quando se refere à política seguida em Portugal pelo Governo de Passos Coelho. Texto do autor, publicado no jornal "i" de 29 de maio de 2014. Wilton Fonseca · 29 de maio de 2014 · 4K
Controvérsias // Galego O galego-português existe? Que relação se pode definir na atualidade entre o português e o galego? E que consequências terá essa relação para a própria maneira de ver a língua portuguesa? São estas duas das questões que Fernando Venâncio, escritor, ensaísta e professor português na Universidade de Amesterdão, abordou numa palestra realizada em 6/05/2014 na... Fernando Venâncio (1944-2025) · 23 de maio de 2014 · 10K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um mar de factos na Estante Pelo menos, quatro vezes fato (p. 24 (2), 37, 56) – por facto; pelo menos outras tantas contato (p. 24, 29, 34 (2) – por contacto. (...) Paulo J. S. Barata · 21 de maio de 2014 · 4K
Pelourinho Em Alvito, e não «no» Alvito O nome da vila alentejana onde os «nascimentos subiram 81%» não é precedida de artigo1. Bastava, a quem assina a reportagem no semanário "Expresso" de 17/05/2014, essa curiosidade... jornalística suplementar: como é o uso local? "No" Alvito ou "em" Alvito? E o município da terra de... José Mário Costa · 19 de maio de 2014 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «A gente "vivemos" aqui» À volta da silepse menos bem usada no português (mais) coloquial de Angola, nesta crónica do autor, publicada no semanário "Nova Gazeta" do dia 15 de maio de 2014. «Aprendi a contar até dez, apesar de só ter nove dedos, que é para não cometer erros. Um erro em qualquer outro Governo é mais um erro. No nosso, não pode acontecer», disse Lula da Silva enquanto Presidente do Brasil. Edno Pimentel · 16 de maio de 2014 · 7K
O nosso idioma // Ciência e tecnologia Português, uma língua científica – um desafio a superar! «Uma acção em prol do "português científico" só pode surtir algum efeito se for articulada e empreendida no âmbito de uma intervenção ponderada e resoluta a favor da projecção científica dos países lusófonos.» Artigo publicado no jornal "i" do dia 16/05/2014, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Isabelle de Oliveira · 16 de maio de 2014 · 5K