O nosso idioma // Léxico Os Jogos Olímpicos do Rio de A a Z A propósito dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, um curto glossário à volta da diferença, por exemplo, entre olimpíada e olimpíadas, olímpico e olimpismo, arena, estádio ou pavilhão. E muito mais. Filipe Carvalho, José Mário Costa · 4 de agosto de 2016 · 20K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (anti) AO90, a fórmula do desastre «(...) O sistema português das consoantes etimológicas encontra-se, desde há séculos, em profunda instabilidade, digamos tudo, em estado caótico, e não se lhe vislumbra melhoria. Podemos lamentá-lo, podemos tentar abrir aqui e ali corta-fogos, mas a instabilidade veio para ficar. E que fez este AO? Tirou-nos duma situação em si suportável, e introduziu-nos, sem ganho nenhum, num emaranhado de perplexidades. (...)» [artigo que se transcreve a seguir na íntegra e conforme a norma seguida no original, in jornal Público de 1 de agosto de 2016. Uma referência ao Ciberdúvidas e outro ponto igualmente menos rigoroso do autor justificaram duas notas da nossa responsabilidade editorial.] Fernando Venâncio (1944-2025) · 2 de agosto de 2016 · 7K
O nosso idioma // Tabuísmos (isto não é um texto ordinário ou vulgar) Sobre o palavrão e outros tabuísmos de linguagem – neste artigo do jornalista português Henrique Monteiro, publicado no semanário "Expresso" de 31/07 p.p. Henrique Monteiro · 1 de agosto de 2016 · 7K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (anti) Inconstitucionalidades da Resolução n.º 8/2011 (AO 90) Dois dos mais ativos oponentes do Acordo Ortográfico, em Portugal, juristas de formação, consideram neste artigo** haver cinco inconstitucionalidades e uma ilegalidade na Resolução do Conselho de Ministros, de janeiro de 2011, que determinou a sua aplicação no sistema educativo do país no ano lectivo de 2011-2012 e, a partir de 1 de janeiro de 2012, ao Governo e a todos os serviços, organismos e entidades na dependência do Estado (vigorando em pleno a partir de 22 de maio de 2015). ** in jornal "Público" de 30 de julho de 2016 Francisco Rodrigues Rocha, Ivo Miguel Barroso · 30 de julho de 2016 · 3K
Ensino // Exames Nacionais Ainda os exames de Português: o analfabetismo funcional Continuando as apreciações que fez acerca dos Exame Nacional de Português do 12.º ano no Público (artigo disponibilizado também aqui), António Carlos Cortez publica novo texto em 24/07/2016 no mesmo jornal, tecendo comentários muito críticos sobre a (má) situação da disciplina de Português, conforme indiciam os muitos erros e lacunas de aprendizagem que os alunos revelam na escrita, na construção do discurso e na interpretação de textos. António Carlos Cortez · 27 de julho de 2016 · 4K
Controvérsias // Como marcar uma abreviação? O ponto é ou não obrigatório para marcar uma abreviação? Assinado por João Paes Gameiro, e com o título “Erro no vosso site”, recebemos uma contestação ao que no Ciberdúvidas se tem recomendado quanto à obrigatoriedade do ponto nas abreviaturas – nelas incluídas nas dos numerais cardinais [cf. Textos Relacionados, ao lado]. É o que fica a aqui, na íntegra – com a devida réplica de dois dos nossos consultores que mais têm abordado este assunto, D’Silvas Filho e Maria Regina Rocha, aqui e aqui, respetivamente. Leia-se, ainda, o contributo posterior de Guilherme de Almeida, disponível aqui. 26 de julho de 2016 · 8K
Controvérsias // Como marcar uma abreviação? «Dizer que é erro escrever "quarta" como "4ª"... é erro, mesmo»* Sobre o ponto abreviativo nos ordinais «(...) Não apenas nossos melhores gramáticos e a própria Academia Brasileira de Letras estampam "3ª edição", "4ª edição", "5ª edição", sem pontos, em suas capas – o próprio Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, instrumento oficial e legal regulador da ortografia da língua, assinado pelos representantes dos governos de todos os países lusófonos, foi inteiramente redigido com ordinais sem pontos (...) Em suma, o próprio Acordo Ortográfico em vigor não usa pontos nos cardinais. De modo que dizer que escrever "quarta" como "4ª" é um erro de português não é sequer "ser mais realista que o rei". É erro, mesmo.» [Sobre esta controvérsia, O ponto é ou não obrigatório para marcar uma abreviação?, ver ainda; O ponto nas reduções dos ordinais, na tradição do português europeu + Porquê o ponto nas abreviaturas – e já não nas siglas.] João Paes Gameiro · 26 de julho de 2016 · 27K
Controvérsias // Como marcar uma abreviação? O ponto nas reduções dos ordinais, na tradição do português europeu « (...) Em primeiro lugar, é preciso avaliar qual a vantagem de se manter o ponto nos ordinais quando na sua redução com algarismos. Como se refere no texto que aqui me leva, habitualmente permite que o género masculino do ordinal se distinga do grau de temperatura: 10.º, décimo, é diferente de 10º, graus. Depois, temos de avaliar o sentido que a tradição dá ao ponto neste caso. O ponto representa um significado não expresso, como o faz nas abreviaturas das palavras. Repare-se que em 10º é necessário indicar a seguir qual a unidade de medida: Celsius, Fahrenheit: 10º C ou 10º F. Ao passo que o ponto em 10.º serve para marcar taxativamente que se trata de um ordinal, sem necessidade de outras indicações. (...)» [[Sobre esta controvérsia, O ponto é ou não obrigatório para marcar uma abreviação?, ver ainda; «Dizer que é erro escrever "quarta" como "4ª"... é erro, mesmo», + Porquê o ponto nas abreviaturas– e já não nas siglas.] D´Silvas Filho · 26 de julho de 2016 · 5K
Controvérsias // Como marcar uma abreviação? Porquê o ponto nas abreviaturas – e já não nas siglas Se se quer seguir a norma, deverá utilizar-se o ponto abreviativo a seguir ao número relativo ao numeral ordinal (1.º, 3.ª, 35.º…). Quanto à sigla, inicialmente era utilizado um ponto após cada uma das letras, mas a sigla acabou por se constituir como um processo de formação de palavras, sendo sentida globalmente como uma nova palavra, desaparecendo, pois, o ponto no final de cada letra. (...) [Sobre esta controvérsia, O ponto é ou não obrigatório para marcar uma abreviação?, ver ainda; «Dizer que é erro escrever "quarta" como "4ª"... é erro, mesmo» + O ponto nas reduções dos ordinais, na tradição do português europeu.] Maria Regina Rocha · 26 de julho de 2016 · 22K
Controvérsias // Metas Curriculares O professor e o cumprimento das metas O Ministério da Educação impõe, ao corpo docente, metas de sucesso, a alcançar em cada ano de escolaridade, iguais ou superiores a 90% (o objectivo é conseguir 100%!). Arlinda Mártires · 26 de julho de 2016 · 3K