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Descubra as diferenças

As semelhanças entre galego e português são patentes, sobretudo quando comparados com o espanhol. Só que a ortografia «normativa» galega, inspirada na castelhana, dá ao idioma da Galiza um aspecto de língua intermédia. A norma proposta pela Agal (Associaçom Galega da Língua) baseia-se na grafia portuguesa e conserva as características lexicais e gramaticais galegas. O texto em galego normativo foi extraído duma crónica no semanário «A Nosa Terra», de 29 de Junho de 2006.

Espanhol

Hay peñascos como catedrales. Rocas trabajadas por el viento, por el agua, por el tiempo. Piedras alabadas por poetas, cargadas de historias fantasmales contadas por abuelos de abuelos que nos hablan de épocas mágicas. Hay peñascos que por si mismos son monumentos naturales, parte de nuestra historia y de nuestro paisaje que merecen la misma protección que las piedras históricas trabajadas por el hombre.

Galego normativo

Hai penedos coma catedrais. Rochas traballadas polo vento, pola auga, polo tempo. Pedras louvadas por poetas, cargadas de historias fantasmais contadas por avós de avós que nos falan de épocas máxicas. Hai penedos que por si mesmos son monumentos naturais, parte da nosa historia e da nosa paisaxe que merecen a mesma protección que as pedras históricas traballadas polo home.

Galego norma Agal

Hai penedos como catedrais. Rochas trabalhadas polo vento, pola auga, polo tempo. Pedras louvadas por poetas, cargadas de histórias fantasmais contadas por avós de avós que nos falam de épocas mágicas. Hai penedos que por si mesmos som monumentos naturais, parte da nossa história e da nossa paisage que merecem a mesma protecçom que as pedras históricas trabalhadas polo home.

Fonte

Sobre o autor

Fernando Venâncio (Mértola, 1944) formou-se em 1976 em Linguística Geral, na Universidade de Amesterdão. Aí se doutorou em 1995, com um estudo sobre as «ideias de língua literária em Portugal no século XIX». Publicou estudos sobre «brasileirismos em Portugal», as reformas ortográficas e o Português Fundamental. Tem escrito no Jornal de Letras (JL), no semanário Expresso e na revista Ler. É autor dos romances Os Esquemas de Fradique (1999) e El-Rei no Porto (2001) e da antologia Crónica Jornalística. Século XX (2004).