A pronúncia do "e" e do "o" átonos em final absoluto
Na língua portuguesa, "e" e "o" átonos, no final das palavras do idioma, são pronunciados, respectivamente, como "i" e "u", havendo, portanto, uma discrepância entre a grafia e a pronúncia. A respeito deste fato, aliás bem conhecido, pergunto-lhes: sempre houve esta disparidade ou já existiu época no passado em que as terminações em apreço eram proferidas na linguagem oral como "e" e "o" mesmo? Muito obrigado.
