Ruy Castro - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Ruy Castro
Ruy Castro
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Ruy Castro (Caratinga, 1948) é um jornalista e escritor brasileiro. Cronista da Folha de S Paulo e no Diário de Notícias, sendo autor de várias biografias de celebridades, como Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, por exemplo Com o seu livro Carmen: uma biografia, ganhou o Prémio Jabuti, em 2006. Da sua obra, destacam-se ainda: O Anjo Pornográfico – A Vida de Nelson Rodrigues (1992),  Bilac vê estrelas (2000), O Pai que era Mãe (2001),  Era no tempo do rei: um romance da chegada da corte (2007) e Carnaval no Fogo – Crônica de Uma Cidade Excitante demais.

 
Textos publicados pelo autor
Palavras no bisturi
A evolução linguística de termos médicos

«Pode dizer-se sem rir palavras como piloro, úvula, cóccix, genuvalgo, ovócitos, eritrócitos, hepatócitos e movimentos peristálticos?» Com esta provocação, o jornalista brasileiro Ruy Castro abre a sua crónica, onde aborda a evolução linguística de termos médicos como cotovelo, tíbia, pomo de adão ou trompas de falópioArtigo publicado em 12 de setembro no Diário de Notícias.

 

Orgasmo multilíngue
Um minitratado sobre um assunto em que todos pensam falar a mesma língua

A verbalização interjetiva do prazer sexual nas mais variadas línguas, nesta "crónica" jocosa que o jornalista e escritor brasileiro Ruy Castro assinou no Diário de Notícias em 27/04/2019.

Todos inocentes, todos cúmplices
Uma evocação do autor da celebrada frase «O óbvio ululante»

Nelson Rodrigues (1912 – 1980)  –  dos mais talentosos e criativos escritores em língua portuguesa (foi jornalista, romancista, folhetinista, ainda hoje considerado o mais influente dramaturgo do Brasil)  – recordado neste  artigo de Ruy Castro  sobre a sua faceta mais conhecida de cronista de costumes e de futebol. «O sol de derreter catedrais» ( para definir o Rio de Janeiro no verão), «Os jovens têm todos os defeitos dos adultos e mais um − o da inexperiência» e «O óbvio ululante» foram algumas das saborosíssimas frases de toda uma galeria de imagens e expressões ainda hoje celebradas. 

in Diário de Notícias de 2 de fevereiro de 2019

Uma língua que nem eu consigo falar direito
Novos calões, gírias, escárnios e maldizeres no Brasil

«Lacrar», «causar», «sinistro», «apurandoso» e «quitinete»  são alguns exemplos de  «novas maneiras incompreensíveis de falar surgem todos os dias no Brasil» –  enumerados nesta crónica  do jornalista e escritor Ruy Castro, respigada do jornal português  Diário de Notícias de 23 de dezembro de 2018.

A palavra do ano no Brasil: <i>ódio</i>; e, em segundo lugar, <i>medo</i>

Ódio – foi a sugestão do escritor e jornalista Sérgio Rodrigues como a palavra do ano em 2018 «Não foi nos livros que a encontrei. Foi nas ruas do meu país», escreveu ele na sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, em 11/10/2018, tema respigado pelo também escritor e jornalista brasileiro Ruy Castro em crónica publicada no jornal português Diário de Notícias de 28 de outubro de 2018.