Biografia dos autores dos textos do Ciberdúvidas
Escritora, poetisa e ensaísta brasileira nascida em 1946, em Minas Gerais. É considerada uma das vozes mais expressivas da literatura afro-brasileira contemporânea. Além de romances e livros de contos, é autora também conhecida pela sua poesia ancorada na memória individual e coletiva. Temas transversais em toda a sua produção escrita são a discriminação de raça, de género e de classe. Distinguida em 2018 pelo conjunto da sua obra com o Prémio Governo de Minas Gerais de Literatura, em 2019 recebeu o Prémio Jabuti de Personalidade Literária do Ano e, em 2023, o Troféu Juca Pato atribuído pela União Brasileira de Escritores. Participa ativamente na valorização da mulher negra, da diversidade e da cultura afro-brasileira.
Licenciada e Mestre em Linguística pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Professora de PLE no Departamento de Língua e Cultura Portuguesa da FLUL. Formadora certificada pelo IEFP.
Conselho Nacional de Educação é um órgão independente, com funções consultivas, que funciona junto do Ministério da Educação e goza de autonomia administrativa e financeira.
Courrier Internacional é uma revista lançada em 2008 pela Impresa. Apresenta uma seleção dos melhores textos jornalísticos publicados na imprensa estrangeira.
Cristina Carvalho (Lisboa, 1949) é uma escritora portuguesa. Publicou contos em vários jornais e revistas, nomeadamente para o Jornal de Letras e revista Egoísta. Também publicou romances, estando alguns destes integrados no Plano Nacional de Leitura, nomeadamente: O gato de Uppsala (2009) e Rómulo de Carvalho/António Gedeão (2012). Dos romances que não estão integrados no Plano Nacional de Leitura contamos com: Até já não é Adeus (1989), seu primeiro romance; Momentos Misericordiosos (1992); A Casa das Auroras (2011).
Nascida a 1 de abril de 1971, na freguesia de S. Paulo de Luanda, Angola. Licenciada em Ensino de Português Inglês com estágio integrado, pela Universidade do Minho e mestre em Supervisão Pedagógica em Ensino de Português, pela Universidade do Minho. É formadora de professores, desde 10 de julho de 2000. Apresentou e publicou diversos trabalhos na área das tecnologias da informação e tem dinamizado várias palestras a convite de escolas e/ou outras instituições no que respeita ao Acordo Ortográfico de 1990; os trabalhos de casa; o Dicionário Terminológico; as Metas Curriculares. É colaboradora no jornal Correio do Minho, desde 2017, onde publica artigos sobre língua portuguesa, e fundadora e administradora de um grupo de discussão no Facebook, intitulado Dúvidas partilhadas sobre Gramática.
Doutoramento no ramo de Didática, especialidade de Didática das Línguas, obtido na Universidade de Aveiro em 1995.
Em funções na Universidade de Aveiro como docente, orientadora da prática pedagógica supervisionada e investigadora desde 1985.
Membro do Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores desde a sua fundação (1994) e cocoordenadora do LEIP/Laboratório de Investigação em Educação em Português, desde a sua criação (2004).
Em termos de investigação, interessa-se particularmente pela operacionalização da transversalidade da língua portuguesa associada ao desenvolvimento da comunicação oral e escrita.
Jornalista portuguesa reformada, autora do blogue Levada da Breca, tendo trabalhado mais recentemente na Beira Baixa TV.
Socióloga portuguesa, na especialidade de temas da educação e sobre a exclusão. Professora convidada na Escola Superior de Educação de Setúbal (ESE/IPS) e investigadora no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, do ISCTE - IUL.
D. António Pinheiro (Porto de Mós, 1520 - Lisboa, 1582), apelidado de “Cícero Português”, distinguiu-se como homem das letras, prelado e conselheiro. Reformou a Universidade de Coimbra e deixou diversas obras, entre as quais: Tratado sobre os Salmos, Da Eloquência da Língua Portuguesa, Comentários de Quintiliano, Das coisas Antigas de Portugal.
D. Carlos Filipe Ximenes Belo (Uailacama, Bacau, Timor Leste – 1948), bispo católico timorense, estudou no Seminário de Dare, nos arredores de Dili, e no Colégio Salesiano em Novitiate, em Lisboa. Travou, e continua a fazê-lo, uma luta cerrada para defender os direitos humanos e a autodeterminação do povo timorense, o que lhe valeu, em 1996, em conjunto com José Ramos-Horta, o Prémio Nobel da Paz. Defensor dos direitos humanos e da autodeterminação do povo timorense. Em 2001, recebeu, juntamente com Xanana Gusmão e José Ramos-Horta, o título de Doutor “Honoris Causa” pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
